quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Táxi acessível vai completar dois meses e já conquistou a aprovação dos usuários

Elizabeth Nader
Paulo Oliveira, Taxista Acessível ajudando cadeirante entrar em táxi acessível
O taxista Paulo César Oliveira da Silva obteve bons resultados

Implantados há quase dois meses, os táxis acessíveis fazem toda a diferença na locomoção dos usuários de cadeira de roda. A demanda superou as expectativas e os taxistas que apostaram no investimento estão satisfeitos.
O taxista Paulo César Oliveira da Silva fala dos bons resultados que obteve. "Quando comecei, os colegas de praça diziam que eu transportaria um cadeirante por mês. Na verdade, eu transporto de três a quatro por dia e estou muito satisfeito", conta.
Para o secretário de Transportes, Trânsito e Infraestrutura Urbana, Domingos Sávio Gava, o resultado é muito gratificante. "Foram meses de trabalho e empenho da equipe. Continuaremos monitorando a demanda e, se for necessário, incluiremos mais táxis acessíveis na frota", diz.
Para os usuários o novo serviço significou liberdade. O taxista Paulo conta que um usuário solicitou o serviço e pediu que ele circulasse pela cidade, porque há anos ele não fazia isso. "São pessoas que precisam de atenção e eu sempre procuro atender da melhor forma possível", diz
A usuária do serviço Ana Marízia Perini Santos também está muito satisfeita com o serviço, que passou a utilizar quando a mãe, idosa, realizou uma cirurgia e precisou se locomover com cadeira de roda.
"O serviço está aprovadíssimo. O preço é o mesmo do táxi comum, o atendimento é ótimo e o conforto é muito maior. Nos veículos comuns, o cadeirante tem que ser retirado da cadeira de rodas no colo e colocado dentro do carro sob risco de sofrer lesões", diz ela.
O serviço entrou em operação no dia 9 de agosto deste ano e a frota atual conta com nove táxis. Os carros são adaptados para o transporte de cadeira de rodas e os taxistas são capacitados para o atendimento.
O serviço atende, prioritariamente, pessoas com mobilidade reduzida (pessoas com deficiência, idosos, obesos, entre outros) que utilizam sua própria cadeira de rodas, mas não é exclusivo para esse tipo de público podendo atender ao chamado de qualquer pessoa, se estiver livre.
Os táxis acessíveis tem ponto livre e o valor da tarifa não sofre alteração. O serviço pode ser acionado pelos telefones:
Permissão Telefone
0462 9265-7081
0463 9791-0505
0464 9844-6050
0465 9881-6569
0466 8874-9239
0467 9852-8844
0468 9828-7044
0469 3043-0732
0470 7813-9917


segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Jovens contam com espaço de interação social e cultural

Samira Gasparini
jovens com fones de ouvido utilizam o computador

Fernanda Neves
Mulher Cantando e Tocando Guitarra no Centro de Referência da Juventude

Inaugurado em 2006, o Centro de Referência da Juventude (CRJ) é um espaço de interação entre jovens da Capital. As atividades oferecidas são baseadas em quatro pilares fundamentais - convivência, formação, informação e expressão -, reconhecendo os jovens como protagonistas nas definições das ações voltadas para eles.
Resultado do Orçamento Participativo da Juventude, o CRJ oferece atividades de lazer, cultura, esporte, arte, música, atendimento psicossocial, discussão e formulação de políticas públicas.
O Centro também proporciona aos jovens sessões gratuitas de filmes. Com data previamente marcada, o Cineclube Kbça exibe filmes brasileiros e estrangeiros. Além disso, o espaço tem estúdio aberto para ensaio de bandas musicais e possui um telecentro, no qual os jovens podem acessar a internet gratuitamente.
Para tirar dúvidas sobre sexualidade, emprego, família e outros assuntos, meninos e meninas também podem participar do Papo Jovem, com psicólogos e assistentes sociais.
Atualmente, o espaço oferece aos jovens oficinas de bateria, inglês, teatro, grafite, forró, capoeira e break.

Como participar

Para participar das atividades do CRJ, o jovem interessado deve ter entre 15 e 29 anos e comparecer ao local para preenchimento da ficha de cadastro. É necessário apresentar comprovante de residência.

Onde fica o CRJ

Centro de Referência da Juventude
Endereço: Avenida Vitória, 1.320, Ilha de Santa Maria.
Telefone: (27) 3132-4042
Horário de funcionamento: segunda a sexta- feira, das 8 às 21 horas.


Hidroginástica, na Praia da Costa, é mais que atividade física para idosos

Texto: Lívia Albernaz / Fotos: Lucas Luscher

  

Eles estão na melhor idade e cultivam momentos de troca de experiências, descontração, música e interação, além de manter a boa forma. Preocupados com a saúde, vários idosos praticam, todos os dias, na Praia da Costa (Pedra da Sereia), hidroginástica com a professora Aureny Simões, em um projeto ligado à Secretaria de Ação Social e Cidadania (Semas).

Há 15 anos praticando hidroginástica na praia, os idosos colecionam histórias e fazem das aulas bons momentos, como é o caso de Roseana Brandão. “Estou aqui há cinco anos e é sensacional. É uma turma incrível e conviver diariamente com essas pessoas me faz um bem enorme. Nós cantamos, rimos e celebramos a vida”, disse ela.

Dona Nilda Rodrigues é outra que demonstra muita alegria e disposição. “Estou aqui há dez anos e não gosto de perder a aula. E eu adoro o mar. O dia que não tem aula eu venho aqui só para admirar esse local maravilhoso.”

A professora Aureny conta que é graduada em atividades aquáticas e diz que é um prazer dar aula para a melhor idade. “Sou professora há 15 anos e luto pelos meus alunos. Agradeço a Prefeitura, a Secretária de Ação Social, pelo apoio.”

As aulas são realizadas de segunda a sexta, às 8 horas, e o programa tem o objetivo de desenvolver o condicionamento físico dos alunos da terceira idade.

Comemoração
No dia 1º de outubro, a turma vai comemorar o Dia Internacional do Idoso, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU), na tenda montada na Praia da Costa. O encontro promete um dia agradável e de muita festa para uma galera que nunca perde o ritmo e a alegria de viver.
Mas informações: 3388-4158

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Semas
Lívia Albernaz
liviaalbernaz@vilavelha.es.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
(27) 3149-7923

Fonte: http://www.vilavelha.es.gov.br/Notícias/Geral/15145-hidroginastica-na-praia-da-costa-e-mais-que-atividade-fisica-para-idosos.html

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Projeto Estação Porto terá parceria do Estado

Criado em 2006, o projeto acontecia no galpão Armazém 5 do Porto de Vitória, no Centro

gazeta online

foto: Divulgação
Estação Porto
Estação Porto


Após um ano fechada, a Estação Porto, no Centro de Vitória, vai passar por uma reestruturação e será reaberta na segunda quinzena de novembro deste ano. A informação é do secretário de Cultura de Vitória, Alcione Pinheiro, que divulgou a novidade durante o programa CBN Vitória, desta quarta-feira (07).  O retorno será graças a uma parceria da Prefeitura de Vitória com o governo estadual.

Segundo Alcione, a parceria da prefeitura foi firmada nesta terça-feira (6) durante uma reunião com o secretário de Estado de Turismo, Alexandre Passos, e com o secretário de Estado da Cultura, Frei Paulão, a pedido do governador Renato Casagrande.


"Queremos que a Estação Porto, que já marcou uma geração, vire um point do Estado novamente. Vamos até o final do ano que vem sem interrupção", contou Alcione. De acordo com o secretário, a intenção é de promover eventos para públicos de até 2 mil pessoas no local.

O Projeto Estação Porto está parado desde outubro de 2010, em que foi realizada a 6ª Edição do Festival Nacional de Teatro "Cidade de Vitória". O espaço, que era alugado, passou a ser definitivamente da Prefeitura de Vitória. Para retomar o projeto, será realizada uma obra de reestruturação interna que irá durar cerca de um mês e meio.

Novos espaços culturais

Além da retomada do Projeto Estação Porto, no próximo dia 5 de novembro será entregue o Tacredão, que entra no circuito cultural de Vitória.


 

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Vitória: Da colonização à expansão. Conheça os pontos e monumentos que contam quase meio milênio de história

Débora Herzog
Redação Folha Vitória
Impossível não se encantar com as belezas de uma das capitais mais encantadoras do País. Porém, poucos moradores e turistas sabem a história que existe por detrás de cada rua ou ponto turístico da ilha de Vitória. Com inúmeras riquezas e atrativos culturais, a Capital do Espírito Santo comemora 460 anos nesta quinta-feira (08).
 
A maioria dos monumentos foi construída entre os anos de 1908 e 1912. Até as décadas de 30 e 40 tudo girava em torno do Centro e da Vila Rubim. Logo depois do período da colonização, inúmeras fortalezas foram construídas para evitar o contrabando e os ataques às regiões de minas. Além disso, soldados foram designados para proteger o ouro e as riquezas do Estado. 
 
A capital conhecida por muitos como “Cidade Presépio” recebeu o apelido por ser muito bonita e iluminada. Quando aqui chegavam ainda no período da colonização, os tripulantes dos navios ficavam encantados com as belezas da ilha.
 
Para homenagear a cidade, o jornal on-line Folha Vitória procurou a ajuda do historiador e professor aposentado, Gabriel Bittencourt, para elencar os lugares que contam quase meio de milênio da história da capital conhecida como Ilha do Mel. Embarque nessa viagem pelo tempo e conheça os detalhes da biografia de Vitória.   
 
Ponte Florentino Ávidos
Foto da esquerda: Divulgação PMV. Foto da direita: Divulgação Secom

Foi a primeira ligação da ilha com o continente e significou um avanço da economia do Estado para o comércio exterior. Também conhecida como Cinco Pontes, ela foi inaugurada em 1928 e até hoje liga a Capital do Estado ao município de Vila Velha. Foi construída para fins comerciais, principalmente para o escoamento do café. 

Estrada de Ferro Vitória a Minas  
Construída para desbravar os sertões de Colatina até Minas Gerais em 1903, a estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM) é a única atualmente que realiza viagens diárias e de longa distância no Brasil. O trecho percorrido pelo trem passa por cidades históricas dos dois estados e a viagem de 664 quilômetros de Belo Horizonte a Vitória tem duração de 13 horas.
 
Vários produtos, entre eles o minério de ferro, eram inicialmente transportados pelos caminhões, que encareciam o preço final por conta dos altos valores dos fretes. A construção da ferrovia diminuiu os custos e incentivou a criação de várias cidades, principalmente na região do Vale do Aço, em Minas Gerais.

Cine Teatro Glória
Foto da esquerda: Divulgação PMV. Foto da direita: Lucas Rodrigues

Um dos símbolos de lazer na década de 20, o prédio do antigo Teatro Glória foi a primeira construção com cinco andares da cidade. O local foi projetado pelo arquiteto alemão Ricardo Wright e apresenta uma mistura de estilos arquitetônicos.
 
Atualmente o prédio passa por uma reforma para a instalação do Centro Cultural Sesc Glória. A obra começou em 2009 e prevê a reestruturação do espaço que terá sete andares e contará com cybercafé, livraria, galeria de arte, restaurante, cinema, biblioteca, bar, mirante e jardim no terraço.

Porto de Tubarão
 
Localizado no final da praia de Camburi, o Porto de Tubarão foi construído pela Companhia Vale do Rio Doce em 1962 para escoar a produção de minério de ferro do Estado. O local permite o acesso de navios de grande porte e se destaca como o maior porto de exportação de minério de ferro do Brasil.

Porto de Vitória
O mais antigo porto do Estado foi construído no século XX visando a expansão comercial, principalmente para o escoamento do café. Antes de sua construção, os imigrantes que chegavam ao Estado tinham que desembarcar no meio da baía. Em 1860, quando Dom Pedro II visitou o Espírito Santo, foi criado o Cais do Imperador, local onde atracavam os navios menores. 
 
Apesar de também ter exportado outros produtos, entre eles madeira e açúcar, o Porto de Vitória sempre foi cafeeiro por excelência. Atualmente, a diversificação e a expansão econômica desenvolveram o comércio de várias mercadorias, mas até o século XX o café representava cerca de 94% da economia capixaba. 

Baía de Vitória
 
Representava a segurança da ilha e era utilizada para as primeiras navegações. A região favorecia o comércio porque os navios que entravam no porto ficavam protegidos.

Penedo de Vitória
 
Apesar de estar localizada em Vila Velha, a pedra do Penedo foi tombada como patrimônio natural de Vitória e é um dos cartões postais da ilha. Ela mede 136 metros de altura.

Palácio Anchieta
Foto da esquerda: Divulgação PMV. Foto da direita: Bruno Coelho

Um dos grandes cartões postais da capital, o Palácio Anchieta foi construído inicialmente para ser um colégio para os jesuítas no século XVI. A construção guarda o túmulo simbólico do padre José de Anchieta e serve de sede do Governo Estadual desde o século XVIII. Até 1760 o local abrigou o Colégio de São Tiago, que era mantido pelos jesuítas.
 
Aeroporto de Vitória  
Com a expansão da aviação na década de 40, os investimentos ficaram voltados para essa área, principalmente do setor militar. Assim, o desenvolvimento de Vitória expandiu-se para a região de Goiabeiras.
 
No local onde atualmente é o Aeroporto Eurico de Aguiar Salles funcionava o Aeroclube de Vitória na década de 1930. Em uma fase inicial o aeroporto teve apenas uma pista de terra batida. A pista de cimento foi criada durante a Segunda Guerra Mundial, em 1943.
 
Porém, a inauguração oficial do aeroporto só aconteceu em 1946, quando uma parceira entre o Brasil e os Estados Unidos resultou na elaboração de um projeto de ampliação.
 
Saldanha da Gama
Fotos: Divulgação PMV

A construção de um forte de madeira e palha em 1582 serviu para a defesa da capitania do Espírito Santo de possíveis invasões. Vinte anos depois, com a construção do Forte São João, foram colocados os canhões que até hoje são vistos no local.  
 
Já no século XX, um dos pontos de encontro dos capixabas e visitantes era a casa de diversão Trianon, que foi construída em cima das ruínas do forte. A falência de seu proprietário é atribuída à inauguração do Hotel Majestic, em 1926, que passou a atrair a preferência de vários hóspedes importantes. Depois disso, a construção passou a ser a sede do Clube de Regatas Saldanha da Gama. 

Palácio Domingos Martins  
O prédio que abrigou a Assembleia Legislativa por 88 anos foi construído em 1912. A área que se destacou como cenário cultural e político da capital servirá de sede para a nova biblioteca pública municipal. 

Vila Rubim
Marco na história de Vitória, a Vila Rubim também é chamada de “Cidade de Palha” porque os casebres construídos no local na década de 20 eram cobertos de palha. Atualmente, a região se destaca pelo comércio, principalmente de peixe, temperos, artigos religiosos e produtos típicos do Estado.
 
Cemitério de Santo Antônio  
A região de Santo Antônio foi escolhida para a construção do cemitério no século XIX depois que foi proibido o enterro de pessoas em igrejas por conta dos altos índices de mortes por epidemias. O Cemitério de Santo Antônio foi o mais importante do século XX, principalmente depois que foram inauguradas as linhas de bondes elétricos que iam até o bairro.
 
Possivelmente a região foi escolhida por ser afastada do Centro de Vitória e por acolher várias irmandades. 

Parque Moscoso
Por muitos anos, o Parque Moscoso foi um dos grandes atrativos de lazer para os capixabas. Ele foi criado em 1908 depois que a área de manguezal foi aterrada. O mais antigo parque de Vitória foi inspirado nas transformações arquitetônicas vividas por Paris e pelo Rio de Janeiro na época.
 
A construção considerada belíssima para a época contava com lago artificial, pontes e estátuas com motivos gregos. Anos mais tarde o parque ganhou uma concha acústica, que já foi palco de vários shows, e uma escola infantil.

Cais do Avião  
Até as décadas de 30 e 40 do século XX, uma região nas proximidades do bairro Santo Antônio serviu como o Cais do Avião. O local funcionou por nove anos e foi uma das primeiras ligações aéreas de Vitória com o resto do país. Atualmente um restaurante funciona no local.

Praça Costa Pereira 
 
Fotos: Divulgação PMV

Fotos: Divulgação PMV

Fotos: Divulgação PMV

Com o objetivo de rivalizar o Parque Moscoso, a Praça Costa Pereira é uma homenagem ao presidente da Província do Espírito Santo entre os anos de 1860 e 1863, José Fernandes Costa Pereira Júnior.
 
Considerada o coração da cidade, a área onde atualmente está construída a praça era totalmente banhada pelo mar antes de ser aterrada.

Igreja Nossa Senhora do Rosário
 
Erguida no século XVIII, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário foi tombada pelo Patrimônio Histórico e mantém suas características originais. É dela que sai todos os anos a procissão de São Benedito, uma das mais tradicionais de Vitória.
 
Com o roubo da imagem de São Benedito do Convento de São Francisco no início do século XIX, proibiu-se a saída da imagem em procissão e ela foi levada para a Igreja do Rosário.

Teatro Carlos Gomes  
Fotos: Divulgação PMV

O teatro mais antigo do Estado abriu as portas pela primeira vez em 1927 depois de herdar as colunas do antigo Teatro Melpômene, demolido após um incêndio. Ele foi projetado pelo arquiteto André Carloni e teve como primeira encenação a peça “Verde e Amarelo”.
 
Só em 1970 o teatro foi reinaugurado e recebeu o lustre no centro do teto e uma pintura de Homero Massena. Em 1983, ele foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura. As fachadas foram novamente restauradas em 2004 e o Teatro Carlos Gomes se reafirmou como um importante centro cultural do Estado.
 
Píer de Iemanjá
 
Localizado na praia de Camburi, o monumento inaugurado em 1988 foi feito em homenagem a Iemanjá traz a reprodução da imagem dela com braços abertos e vestes azuis.

Ponte da passagem
Foto: Divulgação PMV

A Ponte da Passagem foi construída em 1930 para ligar os moradores do continente aos habitantes da ilha. Com o crescimento dos municípios da Grande Vitória, ela chegou ao máximo de sua capacidade e foi necessário construir uma nova ponte em 2010.
 
Com 55 metros de altura, o que equivale a um prédio de oito andares, a nova ponte tem 270 metros de extensão, com 22,2 metros de largura. Os 32 cabos de aço, produto símbolo da produção e da exportação do Estado, sustentam dois tabuleiros suspensos a oito metros do espelho d'água para viabilizar, no futuro, a passagem de embarcações pelo canal da Passagem.
 
Escadarias  
Fotos: Divulgação PMV
Escadaria Carlos Messina

Além de servirem de acesso à Cidade Alta, as escadarias construídas no Centro de Vitória embelezaram a cidade. Destaque para a Escadaria Maria Ortiz, que recebeu o nome em homenagem a um dos maiores ícones das lutas contra os invasores holandeses; a Escadaria São Diogo, que liga a Praça Costa Pereira à Cidade Alta e foi construída no local onde existia o antigo Forte de São Diogo; a Escadaria Bárbara Lindemberg, que fica em frente ao Palácio Anchieta; a Escadaria Dr. Carlos Messina, localizada perto do Centro de Saúde do Parque Moscoso; a Escadaria São Bento, que liga a rua Nestor Gomes à antiga Igreja da Misericórdia; a Escadaria Djanira Lemos, que faz a ligação entre a Avenida Jerônimo Monteiro e a rua Wilson Freitas, e a Escadaria Maria de Oliveira Subtil, que dá acesso ao Hospital Santa Casa de Misericórdia.

Capela de Santa Luzia  
Fotos: Divulgação PMV
Considerada por historiadores a construção mais espetacular do início de Vitória, a Capela de Santa Luzia é a edificação mais antiga da cidade. A capela foi erguida em cima de uma pedra no século XVI, antes mesmo da fundação da capital, na região hoje conhecida como Cidade Alta. Ela fazia parte das terras da fazenda de Duarte Lemos.

Praça do Papa
Com uma visão privilegiada para a Capital, a Praça do Papa foi construída em homenagem à uma missa celebrada no local pelo papa João Paulo II em 1991. A área conta com restaurantes, área de eventos e parque infantil.

Convento de São Francisco
 
Fotos: Divulgação PMV

Situado na Cidade Alta, o Convento de São Francisco mantém preservado o sino, a fachada, as colunas e a muralha. O local começou a ser construído no final do século XVI e foi o primeiro a ter abastecimento de água na Capital. Até 1908 funcionou um cemitério municipal nas proximidades do convento.
 
Várias irmandades já usaram o local, que também funcionou como orfanato, rádio, colégio e enfermaria para atender vítimas de epidemias. Atualmente, o convento abriga entidades ligadas à Igreja Católica.
 
Catedral Metropolitana de Vitória

 
Foto da esquerda: Divulgação PMV. Foto da direita: Secom 

Substituiu a Igreja Matriz de Vitória e é muito importante para a preservação da memória da cidade. Símbolo da arquitetura história da ilha, a catedral começou a ser construída em 1920 e as obras só foram concluídas 50 anos mais tarde. Os vitrais, que são o destaque da construção, foram doados por várias famílias e religiosos. No subsolo há uma capela onde estão enterrados alguns antigos bispos do Estado.
 

 
Considerada por historiadores a construção mais espetacular do início de Vitória, a Capela de Santa Luzia é a edificação mais antiga da cidade. A capela foi erguida em cima de uma pedra no século XVI, antes mesmo da fundação da capital, na região hoje conhecida como Cidade Alta. Ela fazia parte das terras da fazenda de Duarte Lemos.
Fotos: Divulgação PMV

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Vitória terá shopping em estádio


Lúcia Garcia
lgarcia@redegazeta.com.br

A Capital vai ter mais um shopping center. É o Ilha Mall, um investimento de R$ 388 milhões, que será construído em Bento Ferreira, anexo ao Clube Vitória. Durante as obras devem ser gerados 1,2 mil empregos diretos. A inauguração será em 2014.

O diferencial do empreendimento, em comparação à concorrência, será um espaço no terraço do centro de compras com jardim, restaurantes, academia de ginástica e cinemas, além da vista panorâmica para a baia de Vitória.

O Ilha Mall será o quarto shopping da Sá Cavalcante no Estado. Somando todos os empreendimentos, o Grupo investe R$ 800 milhões. Eles estão erguendo o Shopping Moxuara, em Cariacica, e o Mestre Álvaro, na Serra. O Shopping Praia da Costa (o primeiro do grupo aqui) faz 10 anos em 2012, e também receberá investimentos.

"Estamos no Espírito Santo desde 1980. Acompanhamos as transformações do Estado e acreditamos na economia capixaba. Fizemos uma pesquisa e constatamos que em Vitória caberia um shopping de pequeno porte", frisou o presidente da Sá Cavalcante Shopping Centers, Leonardo de Sá Cavalcante.

Ele destacou que a parceria com o Clube Vitória se deu por dois motivos, principalmente: incentivo ao futebol e à falta de espaços para construir na Capital.

"Hoje existe uma grande dificuldade de conseguir terrenos em Vitória, e não podíamos perder a oportunidade de investir na Capital com a terceira melhor renda per capta do país. E será bom para o Clube Vitória, que tem tudo para fazer parte da elite do futebol brasileiro", enfatizou.

Anexo ao Ilha Mall será construída uma arena para o Clube Vitória. Terá academia, restaurantes, arquibancada, camarotes.

Saiba mais
Varejo - Compras e futebol:
O Grupo Sá Cavalcante vai construir o Ilha Mall, anexo ao estádio do Vitória Futebol Clube, em Bento Ferreira, Vitória. Um investimento de
R$ 388 milhões, que deve abrir as portas em abril de 2014.

Novas marcas -Às compras: Serão 243 lojas, sendo 4 âncoras, 2 megalojas, 207 lojas menores, 8 restaurantes, academia de ginástica e um cinema com 8 salas - sendo duas vips. Serão 1.550 vagas de estacionamento cobertas. O grupo vai trazer grifes novas para o shopping. Terá ainda um centro comercial com duas torres.

Espaço privilegiado - No terraço: O empreendimento terá uma área lifestyle - um espaço no terraço, com jardim, restaurantes, academia de ginástica.
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Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2011/08/noticias/a_gazeta/economia/948213-vitoria-tera-shopping-em-estadio.html

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Moradores ganham rua de lazer na avenida Dante Michelini todo domingo

Olha que legal gente... finalmente a Praia de Camburi será melhor aproveitada:


Carlos Antolini
Pessoas caminhando no calçadão da Praia de Camburi e andando de bicicleta
Todo domingo, até o final do ano, serão realizadas ruas de lazer na avenida Dante Michelini

Este domingo (04) será de muita diversão gratuita e lazer para os moradores de Vitória que apreciam brincadeiras ao ar livre. A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Semesp) vai levar algumas atrações de recreação para a população na avenida Dante Michelini, de 7 às 13 horas.

Quem comparecer poderá se divertir nas tendas que serão instaladas para o público fazer pintura de rosto, brincadeiras com balões, atividades de pintura, jogos recreativos e de salão, como dama, xadrez, dominó e dedoball. Além disso, a famosa cama elástica será uma das atrações principais, bem como o jogo de totó.

Além de tudo isso, haverá ainda tobogã e distribuição de picolés e pipocas. As ruas de lazer são desenvolvidas pela Semesp, por meio do Programa de Esporte e Lazer para a Cidade (PELC), do governo Federal.

Todo domingo, até o final do ano, serão realizadas ruas de lazer na avenida Dante Michelini, que terá uma das vias fechadas com o objetivo de criar mais um espaço de lazer para os moradores de Vitória.
Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/secom.php?pagina=noticias&idNoticia=6692

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Novo espaço cultural será construído em Jardim da Penha

Faz algum tempo que esse imóvel é uma novela para os moradores de Vitória, que aguardam ansiosos por uma decisão da justiça e por uma destinação adequada do galpão. Espera-se que essa destinação beneficie a cultura capixaba (que carece de espaço). Essa novela já foi citada aqui no blog pelo Marcelo Quintaes: http://capixabaquersairdecasa.blogspot.com/2011/01/comentario-sobre-o-bate-papo-com-o.html
E hoje divulgo para vocês uma boa notícia publicada pela Rede Gazeta (parece que a solução esta à caminho):


Brunelli Duarte
bduarte@redegazeta.com.br
foto: Chico Guedes
IBC
Total
32 mil m2

Essa é a dimensão total dos extintos galpões do IBC. Atualmente, Conab ocupa dois galpões, onde armazena grãos  - principalmente milho - e outras mercadorias.

Centro cultural

4,5 mil m2
Essa é a área que será repassada para a Prefeitura de Vitória. O espaço deverá abrigar um centro de memória do café, biblioteca, teatro e até um centro de convivência.
O espaço dos galpões do extinto Instituto Brasileiro do Café (IBC), em Jardim da Penha, enfim, deve se tornar propriedade do município de Vitória. Depois de anos de impasse e de reivindicação dos moradores para transformar o local em um espaço de interesse da comunidade, a Superintendência da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) garante que a transferência de parte da área já está praticamente certa.

Atualmente, os galpões pertencem à União. Da área total de 32 mil metros quadrados, cerca de 4,5 mil serão cedidos ao município. De acordo com a SPU, a transferência está dependendo apenas de aprovação na Câmara de Vereadores.

Segundo o secretário de Projetos Especiais da prefeitura, João Luiz Paste, a intenção é construir um espaço cultural e de lazer. O local deverá abrigar um centro de memória do café, biblioteca, teatro e centro de convivência.

A proposta será feita depois de discussões com a comunidade e só deve ser iniciada após todo o processo na Câmara. "A ideia é que o projeto de lei para ser enviado ao legislativo seja feito em duas semanas", explica.

A expectativa é de que, até o fim do ano, o espaço já esteja em posse da prefeitura para, então, começar o debate com a população.

Segundo o secretário, a demora para a transferência da área foi por conta da dificuldade de chegar a uma proposta que atendesse a todos os órgão envolvidos, já que, no local, ainda são desenvolvidas algumas atividades.

A área


Espaço
Os galpões do extinto Instituto Brasileiro do Café (IBC) ocupam um espaço de 32 mil metros quadrados
Divisão
Cerca de 5,6 mil metros quadrados foram cedidos à Superintendência Federal da Agricultura no Espírito Santo, em outubro de 2009


Outra parte


A ideia é que cerca de 4,5 mil metros quadrados sejam cedidos ao município de Vitória. Para isso, é preciso ter uma autorização da Câmara Municipal de Vitória
Armazenagem
O restante da área - cerca de 22 mil metros quadrados - continuará pertencendo à União. Atualmente, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ocupa dois galpões, onde armazena grãos - principalmente milho - e outras mercadorias
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Antigos


Os galpões estão em Jardim da Penha antes mesmo de o bairro começar a ser habitado, no final da década de 60, sendo as edificações mais antigas da região
Pedido
Os moradores reivindicam a área há anos para que seja aproveitada como área de lazer

sábado, 27 de agosto de 2011

Domingos Martins

História:
Era o ano de 1846. Chegava na Alemanha, na Região do Hunsrück, um funcionário do Governo Imperial do Brasil com a finalidade de recrutar colonos para as terras brasileiras.
Logo a notícia se espalhou por todas as partes. Os alemães que lá viviam, em péssimas condições de vida, animaram-se, e a primeira providência foi vender todos os seus pertences para, então, seguirem viagem para a América do Sul, onde se prometia uma vida mais digna. Embarcaram em Dunquerque, na França, e após 70 dias de viagem chegaram ao Rio de Janeiro.

Depois de passarem por várias decepções no Rio de Janeiro, conseguiram audiência com o Imperador D. Pedro II que providenciou três vapores para o transporte até Vitória, muito embora o destino fosse o Sul do Brasil. A 1ª leva chegou à capital do Espírito Santo no dia 21 de dezembro de 1846. Permaneceram alguns dias em Vitória e, então, seguiram para a Colônia de Santa Isabel, a 1ª fundada em solo capixaba pelo Dr. Luiz Pedreira do Couto Ferraz que era o Presidente da Província do Espírito Santo.

Os colonos foram subindo as margens do Rio Jucu Braço Norte e se instalaram, em 27 de janeiro de 1847, na Serra da Boa Vista. Eram 39 famílias sendo 16 Evangélico-Luteranas e 23 Católicas.

A Colônia foi progredindo gradativamente e logo emancipou-se de Viana. Foi elevada à condição de Freguesia em 1869 e Distrito Policial em 1878.
No dia 20 de outubro de 1893,O município de Santa Isabel desmembrou-se de Viana através do Decreto Estadual nº 29.

Sua instalação deu-se no local denominado Campinho em 19 de dezembro do mesmo ano. Em 26 de junho de 1896, por causa da malária, a sede do município foi transferida para Santa Isabel pelo Decreto Municipal nº 19, retornando para Campinho em 1917.

Em 20 de dezembro de 1921 o nome do Município foi mudado para Domingos Martins em homenagem ao herói Capixaba Domingos José  Martins, que nasceu em 9 de maio de 1781 no Município de Itapemirim e participou como líder da Revolução Pernambucana, tendo sido fuzilado em 12 de junho de 1817 na Bahia. Suas últimas palavras foram: "Morro pela liberd".
A primeira Câmara Municipal era composta por cinco Vereadores: Felipe Endlich - Presidente, Christiano Bruske, José Pereira da Cruz, Mathias Stein e Johann Nikolaus Velten. O primeiro Prefeito foi o Sr. Felipe Endlich que governou de 1893 a 1895. Naquela época o Presidente da Câmara era também o Prefeito. É Sede de Comarca desde 27 de dezembro de 1918. Hoje, o Muncípio é composto de seis Distritos: Sede, Aracê, Santa Isabel, Paraju, Melgaço e Biriricas e sua área geográfica abrange 1.225 Km² (IBGE 2007).
           Fonte: http://www.domingosmartins.es.gov.br/#


Eu já fui:
Dias atrás estive em Domingos Martins com algumas amigas, não conhecia a cidade. 
Fiquei apaixonada com a riqueza cultural, com a arquitetura, com as vitrines dominadas pelos agasalhos para inverno, enfim.... Fizemos muitas fotos, foi difícil escolher quais delas postar para vocês.

A Cidade localiza-se aqui no nosso Estado (ES), região Centro Serrana, população: 31.824 habitantes (IBGE - 2010), de colonização alemã, pomerana e italiana. Distribuição da População: 81% rural e 19% urbana (IBGE - 2000). Economia: Agropecuária (café, banana, morango hortifrutigranjeiros, frango, etc), turismo e serviços. Distância da Capital do Estado (Vitória) 43 Km.

Essa foto (logo abaixo) é da "rua do lazer"... uma rua estreita, rodeada por lindas casas de arquitetura típica da região, algumas lojas, restaurantes... Muitas pessoas dizem ter a sensação de estar em outro país ao passar pelo local, (pelo fato de não ser comum uma rua com essas características por aqui)!

 
Rua do lazer
 Foto: Érika Mezabarba
Rua do lazer
  Foto: Érika Mezabarba
  
Várias pousadas rodeiam a cidade, muito visitada por turistas principalmente no inverno (época que a temperatura pode chegar à 8º).  O que fazer por lá? Além de curtir o friozinho e se deliciar com os vinhos da região (opção romântica heim.... uauauua), existem as opções de esportes de aventura (rapel, trilhas...) e o agroturismo.
Foto: Érika Mezabarba
Muitas casas estilosas:

 
Foto: Érika Mezabarba
                                                              Foto: Érika Mezabarba
Visitamos a casa da cultura:

                                                                 Foto: Érika Mezabarba

A Casa da Cultura de Domingos Martins foi inaugurada em 17 de dezembro de 1983 e abriga o Museu Histórico do município. Foi a primeira do Estado do Espírito Santo e ocupa uma edificação construída em 1915 pelo Sr. Augusto Schwambach para residência de sua família. Posteriormente foi instalada no imóvel a sede do Fórum e mais tarde a Loja Maçônica. A edificação foi doada ao município pelo Governo do Estado em 1981 e dois anos depois foi inaugurada pelo então prefeito Moacir da Silva Vargas como espaço cultural para a cidade.
A unidade conta com um acervo de fotografias, documentos, objetos e móveis que pertenceram aos imigrantes e descendentes de alemães, pomeranos e italianos que colonizaram o município. Além do museu, o espaço oferece sempre exposições de temas variados e atua como ponto de informações turísticas. A média de visitas mensais à casa é de cerca de 300 pessoas, além de estudantes do município e de outras regiões do Estado.
Entre os objetos expostos no museu, alguns despertam grande curiosidade aos visitantes:
Uma vitrola de marca RCA Victor, com manivela, fabricada em 1904 e que está em perfeito funcionamento;
Uma xícara com proteção na borda para não sujar o bigode de quem a usasse. Esta proteção é em forma de bigode e é um dos objetos mais admirados do museu;
O primeiro rádio da cidade, um aparelho da marca Phillips, fabricado em 1937 na Holanda. Na época da 2ª Guerra era por esse aparelho que os alemães e seus descendentes ouviam as notícias na padaria do proprietário, o senhor Waldemiro Hülle;
Um vestido de noiva na cor preta, que era moda no início da colonização alemã;
Um confessionário que pertenceu à Capela São Geraldo, em Campinho;
Uma forma em ferro fundido para fazer wafle. Na tampa está gravada a receita em alemão. Fonte: http://www.domingosmartins.es.gov.br/#
                                                                               Foto: Larissa Comério
                                                                            Foto: Érika Mezabarba
Fiz um book fotográfico dentro da Casa da Cultura rs, mas não vou postar tudo... assim  deixo algumas surpresas para quando vocês visitarem, blz? rs

                                                                 Foto: Larissa Comério
Eu de pomerana, fiquei bem? rs:
                                                         Foto: Larissa Comério
Conhecendo as fotos de todos os prefeitos da cidade:

                                              Foto: Larissa Comério
Vamos para a praça?

Foto: Larissa Comério
                                                                            Foto: Érika Mezabarba

Como diz minha amiga Daiane "se joga" rs:


                                                        Foto: Larissa Comério
Adorei o passeio... eu recomendo! 
Forte abraço para as companheiras (Larissa, Maya e chará); que me acompanharam em mais uma missão "Explorando o ES", a próxima será em Santa Tereza heim!!!



Acesso:
Via Rodoviária
Domingos Martins fica a apenas 42 Km de Vitória, seguindo pela Rodovia BR 262 no sentido Vitória – Belo Horizonte. A outra via de acesso à cidade é a Rodovia BR 101 (vindo até Vitória) e depois seguindo pela BR 262.
Ônibus
Viações que fazem viagens para o município ou passam por ele:
Águia Branca – Tel.: (27) 4004-1010
Itapemirim/Penha – Tel.: (27) 3322-0980 ou 3322-4102
São Geraldo – Tel.: (27) 3223-0477
Via Férrea
Estação Ferroviária (Cariacica): Tel.: (27) 3246-1341 ou 0800-286-2233
25 pontos de parada (algumas estações) até Belo Horizonte.
Via Aérea
Aeroporto de Vitória – Tel.: (27) 3235.6300
Recebe vôos diários da maioria das capitais. De lá seguir de carro ou ônibus tomando a Rodovia BR 262.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Centro oferece atividades culturais para idosos

Samira Gasparini
teatro de idosos

Previstos na Política Nacional de Assistência Social (PNAS), os Centros de Convivência para a Terceira Idade integram a rede de serviços da Proteção Social Básica do Sistema Único da Assistência Social (Suas) em Vitória.
Nos espaços, são desenvolvidas atividades de formação cidadã, culturais, esportivas e recreativas, que proporcionam o envelhecimento saudável e a defesa de direitos.
O objetivo é possibilitar à terceira idade espaços de convivência, favorecendo a melhoria da qualidade de vida, a valorização da autoestima, o fortalecimento de vínculos familiares e comunitários e a prevenção do isolamento social, como prevê os serviços das proteção básica.

Como participar

Para participar das atividades, a pessoa idosa deve procurar o Centro de Convivência mais próximo de casa e preencher a ficha de cadastro. Os interessados devem ser moradores de Vitória e ter idade acima de 60 anos.

Atividade oferecidas

Kadidja Fernandes
Idosa utilizando computador
  • Ginástica
  • Informática
  • Alongamento
  • Artes
  • Ioga
  • Teatro
  • Dança
  • Letramento
  • Terapia ocupacional
  • Grupos de convivência
Nos Centros de Convivência de Jardim da Penha e Jardim Camburi também são ofertadas atividades de musculação, hidroginástica, pilates e oficina de música. Em Maria Ortiz, pessoas idosas também podem participar das atividades de coral e congo.
Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/semas.php?pagina=oquesao_centros