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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Uma viagem ao passado na Casa da Memória em Vila Velha

Texto: Lívia Albernaz / Foto: Divulgação

Inventário Casa da Memória - Imagem: Divulgação

Toda a memória do município em documentos textuais, icnográficos, cartográficos, fotografia e bibliográficos com data a partir de 1840 em livro. É a apresentação do Inventário do Acervo Histórico da Casa da Memória de Vila Velha, que vai acontecer nesta quarta (12), a partir das 19h, na Câmara Municipal de Vila Velha, na Prainha.
Documentos reunidos pela arquivista Leila Valle e pela bibliotecária Cleima Rabelo vão revelar um pouco do passado da cidade, que é o berço da civilização capixaba e do Espírito Santo. Toda informação foi obtida graças ao acervo existente na Casa da Memória, que conta com mais de cinco mil documentos. O objetivo do projeto, realizado desde agosto, é resgatar a identidade cultural do capixaba, identificando e catalogando todos os arquivos para, em breve, disponibilizar para consulta.


Identidade capixaba
Antigas leis, relatórios das províncias capixabas, fotografias de Vila Velha do início do século passado e toda sua arquitetura e desenvolvimento poderão ser encontradas no inventário, feito por mais de 10 pessoas. E para fechar a apresentação do projeto, será realizado um momento cultural com música ao vivo e exposição do bonde ‘100 Anos de Saudade’.


Confira a programação da apresentação do Inventário do Acervo Histórico da Casa da Memória:
19h – Abertura e apresentação do Projeto de Inventário
Local: Câmara Municipal de Vila Velha, Praça Frei Pedro Palácios, s/nº, Prainha
21h – Momento Cultural
Local: Casa da Memória, com música ao vivo e visitação ao antigo bonde da exposição “100 Anos de Saudade”

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Antigo bonde está exposto na Casa da Memória

Texto: Lívia Albernaz / Foto: Zanette Dadalto e Eduardo Ribeiro

Casa da Memória - Imagem: Eduardo Ribeiro

Vila Velha é o berço da civilização capixaba. A história do Estado do Espírito Santo começou em um domingo, dia 23 de maio de 1.535, quando a caravela Glória, que trazia o português Vasco Fernandes Coutinho aportou na Prainha. E é na Prainha, com seus monumentos históricos, que toda história é revelada a turistas, jovens e crianças que buscam fora da sala de aula, descobrir um pouco do passado. São locais únicos como o Museu Homero Massena, Gruta Frei Pedro palácios e agora, uma novidade: o antigo bonde que circulava pelo município no século passado está exposto na Casa da Memória e aberto à visitação de segunda a sexta.
 
História do Bonde

Há 100 anos, Vila Velha era contemplada com um marco para a mobilidade e crescimento urbano do município com a instalação dos trilhos e bondes na cidade. E a época dourada em que muitos guardam em sua memória, está retratada em fotos e textos na exposição “100 anos de Saudade”, na Casa da Memória, Parque da Prainha. É sem dúvida uma viagem ao tempo, em fotos e textos.
 
No dia 12 de abril de 1912, dois bondes elétricos foram inaugurados em Vila Velha e cinco meses depois a empresa Viação Elétrica comprou mais dois conjuntos e uma gôndola. Os bondes circulavam por dez quilômetros de trilhos em Vila Velha. A inauguração do novo meio de transporte marcou uma era em que Vila Velha começou a crescer com a energia elétrica em 1910 e também em 1912, a instalação da água encanada.
 
A tripulação dos bondes - motorneiro, condutor, fiscal e fiscal geral - recebiam passageiros vestidos de uniforme cáqui e quepes. O motorneiro acionava e conduzia o bonde, o condutor tinha a função de cobrar as passagens e o fiscal, ficava na parte de trás. O percurso em Vila Velha era de 10 km de trilhos, por onde circulavam dois bondes. Um saía do Centro, outro de Paul, e o cruzamento dos dois acontecia na Estação de Aribiri.

O bonde e a exposição “100 anos de saudade” podem ser visitados de segunda a sexta, das 08 às 17 horas, na Casa da memória, Prainha
 
Casa da Memória

A Casa da Memória foi construída no final do século XIX (datada em 1893) e é tombada pelo Conselho Estadual de Cultura. No espaço, existe um acervo de fotos que tratam do sítio histórico da Prainha e adjacências, resgatando a história e memória do município e do Estado. E agora, o bonde, exposto no pátio da Casa da Memória atrai visitantes de todas as idades.
 
E essa época dourada, que muitos guardam em sua memória, também está retratada em fotos e textos na exposição “100 anos de Saudade”, na Casa da Memória, Parque da Prainha. É sem dúvida uma viagem ao tempo, em fotos. No local, com as imagens expostas que retratam a evolução do município ao longo dos últimos 100 anos, o visitante poderá conhecer um pouco da história da cidade, com acervo histórico e cultural sobre a colonização do solo Espíritossantense.
 
O turista paulista, Rogério da Costa Melo, é professor de história e está pela segunda vez em Vila Velha e fala da importância em realizar o resgate histórico. “Muito legal ver de perto o bonde e poder fazer essa viagem histórica; desde quando o bonde era puxado por burro até sua extinção na cidade.”, comentou.
 
Além dos turistas, a Casa da Memória tem recebido alunos das escolas, como a turma do 4º e 5º ano do Núcleo Educacional Piaget. A professora Helaine de Menezes disse que a visita faz parte de atividades extraclasse. “ Estamos visitando os pontos turísticos de Vila Velha e contando para os alunos toda a histórica do município. As crianças estão aprendendo muito.”, contou.
            
Mais informações: (27) 3388-4344.
 
Fonte: http://www.vilavelha.es.gov.br/noticias/antigo-bonde-esta-exposto-na-casa-da-memoria-2502
 

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Museu Homero Massena: um dos maiores patrimônios históricos de Vila Velha

 
Em uma casa de esquina, na Quadra 148, nº 175, no Parque da Prainha, viveu, por 23 anos, o artista Homero Massena. O local onde morou e fez as melhores pinturas de sua vida é hoje o Museu Homero Massena. A casa foi tombada no final da década de 80, é um dos maiores patrimônios históricos de Vila Velha, e conserva as obras e a história de vida do artista. O museu é um tradicional cartão postal da cidade, é aberto à visitação e funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, e aos sábados, das 10 às 14 horas.
 
Homero Gabirobetz Massena nasceu na cidade de Barbacena, em Minas Gerais, no dia 4 de março de 1884 e chegou a Vila Velha com apenas seis meses de vida. Aos 15 anos ele descobriu a vocação artística e frequentou os cursos de pintura, urbanismo e decoração na Escola Nacional de Belas- Artes do Rio de Janeiro (RJ) e de Minas Gerais (MG). O artista também estudou na Europa, na Academia Julien, em Paris.

Por pressão do pai, formou-se em Odontologia, profissão que exerceu por dois anos. Foi jornalista e redator de A Batalha, O País, Jornal do Comércio e A Tarde. O artista, que trouxe a técnica de uma pintura mais elaborada para o Estado, é o maior nome e referência para os artistas capixabas. Massena tinha um amor declarado por Vila Velha e dizia que “para se viver bem, tem que ser em Paris ou em Vila Velha”, deixando bem clara sua paixão pelo município.

Amor e arte
O artista tinha na natureza sua fonte de inspiração e a maior obra-prima do pintor é o quadro “Solidão”, que hoje se encontra nas paredes do Palácio Anchieta. O artista utilizava em suas obras uma riqueza de texturas e transparências, levando com suas pinceladas um realismo às obras, criando vida em seus quadros.
 
Além das diversas obras, escreveu dois livros: “Miracema” e “Atribulações de um Capixaba”. É de Homero Massena a pintura do teto do Teatro Carlos Gomes. Durante sua vida de pintor, foi premiado com 28 medalhas, além de diplomas e outros prêmios.
 
Foi casado com Cecília Massena e teve três filhos. Casou-se novamente com a gaúcha Adelina Massena, conhecida como Edy, com quem viveu até seus últimos dias. Homero Massena faleceu em 1979, aos 89 anos.

Uma viagem ao universo de Massena

Na casa em que morou com a esposa Edy, o visitante pode conhecer um pouco mais do que foi o dia a dia de Massena. Livros, pincéis e um quadro não acabado permanecem intocáveis, deixando a vista os últimos passos do pintor. Varanda, sala, ateliê, dois quartos, banheiro e cozinha compõem a construção, típica de beira de praia das décadas de 40 e 50. Pinturas em todos cômodos e objetos pessoais remetem a criatividade do artista, que gostava de pintar nas rachaduras, dando um toque único e especial às paredes da casa.
 
Kleber Galvêas, artista e amigo pessoal do pintor, definiu Massena como um homem talentoso, espirituoso e único, dizendo que uma visita ao museu leva o visitante a conhecer um pouco mais do artista que amava Vila Velha.

Serviço:
Museu Homero Massena
Funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, e aos sábados, das 10 às 14 horas.
Endereço: Avenida Beira Mar, 175, Prainha – Vila Velha.

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Semcult/Semel
Lívia Albernaz
liviaalbernaz@vilavelha.es.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
liviaalbernaz@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
27 3149-7923 / 9800-2020
Fonte: http://www.vilavelha.es.gov.br/Notícias/Geral/15958-museu-homero-massena-um-dos-maiores-patrimonios-historicos-de-vila-velha.html
 

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Galeria Homero Massena




Inaugurada em 31 de março de 1977, a Galeria Homero Massena é um dos primeiros espaços no Espírito Santo especialmente criado com a finalidade de abrigar exposições de Artes Visuais. Surge numa época de desenvolvimento e modernização de Vitória, quando também ocorrem mudanças no pensamento e fazer artístico de alguns jovens que não aceitam mais os valores estéticos defendidos na Escola de Belas Artes. Quebrando a hegemonia da arte acadêmica na Capital, esses jovens invertem a diretriz do pensamento artístico e voltam suas investigações e reflexões para os postulados da arte contemporânea.

A Galeria Homero Massena constitui-se então como um espaço que expõe a produção de artistas já reconhecidos e também dos que iniciam suas carreiras, validando e dando visibilidade ao seu trabalho. Durante seus 31 anos de existência, tem atuado como agente de difusão cultural, construindo um importante painel das Artes Visuais no Estado.

Acesso:
A Galeria Homero Massena está localizada na rua Pedro Palácios, 99, no bairro Cidade Alta, no Centro de Vitória.
Visitação: segunda a sexta-feira, entre 10 e 18 horas

Contato:Visitas guiadas: 3132 8395

Fonte: http://www.secult.es.gov.br/?id=/espacos_culturais/galeria_homero_massena

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Espaço Cultural Ejud



 
O Espaço Cultural EJUD recebe propostas de artistas plásticos, fotógrafos, artesãos e demais artistas interessados para o Programa de Exposições.

Eu já fui:
O espaço é pequeno, mas são expostas grandes e belas obras de artistas capixabas, que sempre disponibilizam algumas para venda. O ambiente é climatizado e calmo.


Acesso:
Av. Cleto Nunes, 85, Edifício Vitória Park, 12° andar
Vitória-ES

Contato:
tel. (27) 3223-6512. Seg. a sex., 13h/19h.
E-mail: ejud@trtes.jus.br