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domingo, 17 de junho de 2012

Parque da Fonte Grande


Situado no Maciço Central da Ilha de Vitória, o Parque Estadual da Fonte Grande contrasta com a agitação da metrópole e é um convite para quem deseja relaxar apreciando a natureza. Na Capital, o parque é a última área contígua de grande porte com vegetação característica de encostas da Mata Atlântica.

Ele foi inaugurado em junho de 2001 e está sob os cuidados da Prefeitura de Vitória. Ao longo de seus 21,8 mil metros quadrados, podem ser observados répteis, invertebrados, pequenos mamíferos e aves. Em suas encostas, estão localizadas várias fontes e bicas, com destaque para São Benedito, Cazuza e Morcego. O local também possui um Centro de Educação Ambiental (CEA).

O relevo é acidentado e inclui vales e pontões. O ponto culminante atinge quase 309 m. Com localização e paisagens privilegiadas, a região tem mirantes naturais, que proporcionam espetaculares e múltiplas visões de Vitória e de seu entorno. No alto do Morro da Fonte Grande, mas fora da unidade de conservação, existem as torres de rádio e televisão. Elas atraem a atenção de muitas pessoas que circulam pela beira-mar e ajudam a direcionar os olhares para as belezas paisagísticas do parque.

 Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/semmam.php?pagina=fontegrande

 Eu já fui:

Disseram-me que era a vista mais linda de Vitória, mas não era só a de Vitória e também de Vila Velha, do porto.... Sim, lá de cima você vê a fábrica chocolates garoto, a terceira ponte, o porto.. É mesmo lindoooo!!!! Se você quer apresentar a cidade de Vitória para alguém, lá de cima é o lugar ideal, perfeito!

Vamos aos detalhes que você só encontra aqui no blog... Existe uma entrada no bairro Fradinhos (do outro lado do parque), mas o acesso é feito por trilha, não sobe carro! Optei pela entrada principal (bairro Grande Vitória), achei que seria complicado encontrar a entrada do parque, mas para minha surpresa foi muito fácil! Basta seguir pela Av. Serafim Derenze sentido Centro de Vitória, logo após a FAESA à sua esquerda fica a entrada do Parque:

  

 Foto: Érika Mezabarba

Seguimos os 3km de subida de carro, no caminho existem alguns mirantes, onde os visitantes fazem paradas para apreciar a  vista e tirar foto. 

Logo no estacionamento, já encontramos as diversas torres de rádio e tv, que espalham-se pelo parque:

 Foto: Érika Mezabarba

   Foto: Érika Mezabarba

E mais três minutinhos de caminhada, lá está o famoso mirante, cartão postal desta cidade lindaaa que eu amo:

   Foto: Érika Mezabarba

E como não deixo escapar naaaada através do meu olhar crítico, tenho que comentar... é triste, mas desde a entrada do parque, percebe-se nitidamente que esta precisado de reforma, as placas estão apagadas, feias, as limitações da área é feita por uma cerca muiiito "feinha"! Não vi bebedouros nem sanitários! Um plano de paisagismo também seria muito bem-vindo, o mato ao redor das limitações não é roçado faz tempo! Olhem o estado do banquinho do mirante principal:

 

   Foto: Érika Mezabarba

  

 Foto: Érika Mezabarba

Foto: Érika Mezabarba

Uma prévia da vista, mas já adianto que ver a foto nem se compara com a deliciosa sensação de admirar a vista sentindo o vento no rosto:

 

Foto: Érika Mezabarba

 Foto: Érika Mezabarba

 

Foto: Érika Mezabarba

 

Foto: Érika Mezabarba

Recomendo o passeio, para quem quer saber mais sobre o parque, como visitas agendadas etc.. Deixo o link de uma "super reportagem" completíssima feita por uma amiga minha:

http://www.youtube.com/watch?v=bZ5uaCPCVLw

Gostaram da postagem? Aguardem a minha visita, (atendendo a pedidos) ao farol de Santa Luzia em Vila Velha.

Agradecimento especial ao Rafa pela carona e paciência com o relatório fotográfico!!

 

Acesso

Quem está a pé pode chegar ao Parque Estadual da Fonte Grande passando pela rua Antônio Dell Antônia, em Fradinhos, ou pela rua Alziro Viana, no Centro.
Quem está de carro pode seguir pela rodovia Serafim Derenzi ou pela Estrada Tião Sá, no bairro Grande Vitória.
O agendamento é aconselhável para as visitas monitoradas.

  • Telefone: (27) 3381-3521 (administração/agendamento)
  • Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 8 às 17 horas.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Exercícios físicos com orientação

Marcos Salles
Deck SOE da Praia de Camburi

O Serviço de Orientação ao Exercício (SOE) oferece aulas gratuitas de alongamento, ioga, hidroginástica, ginástica localizada e voleibol master (para maiores de 40 anos), além de caminhada e dança. As aulas são ministradas por professores e estagiários de Educação Física em módulos instalados em parques, praças e outros espaços públicos.
O serviço tem o objetivo de orientar e incentivar a prática regular e correta de exercícios; combater o sedentarismo e auxiliar na prevenção e tratamento de doenças crônico-degenerativas não transmissíveis. Qualquer pessoa pode participar: basta comparecer a um dos módulos, no horário das atividades. Não há limite mínimo nem máximo de idade.
 
 

Como funciona

Antes de iniciar a atividade física, o aluno passa por uma avaliação individualizada. A equipe do SOE verifica as condições físicas e de saúde do aluno, levando em consideração, entre outras coisas, os fatores de risco coronariano. Não havendo nenhuma restrição com relação à prática da atividade pretendida, a pessoa é liberada para frequentar as aulas.

 


SOE Móvel

Com o objetivo de ampliar o serviço, em março de 2006 foi implantado o SOE Móvel. Assim, as orientações para a prática de atividades físicas são levadas aos moradores com dificuldades de acesso a regiões onde os módulos do SOE estão instalados.
O Serviço de Orientação ao Exercício atua também nas unidades de saúde, onde são promovidas as mesmas atividades realizadas nos módulos do SOE. Além disso, são feitas visitas domiciliares e ações educativas.
Atualmente, 17 unidades de saúde oferecem esse serviço: Bairro República, Jardim da Penha, Santo André, Resistência, Fonte Grande, Vitória, Praia do Suá, Jesus de Nazareth, Santa Martha, Ilha de Santa Maria, Grande Vitória, Maruípe, Jardim Camburi, Consolação, Ilha do Príncipe, Alagoano e Andorinhas.
Além dessas unidades, também desenvolvem atividades os seguintes centros de referência: Centro de Atenção Psicossocial (Caps), Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi) e Centro de Prevenção e Tratamento de Toxicômanos (CPTT).
 
 

Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/semus.php?pagina=comoeoservico 



segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Conheça o Parque Botânico Vale

Inaugurado em 2004, o Parque Botânico Vale em Vitória localiza-se no Brasil, Estado do Espírito Santo. Com área de 33 hectares, o parque está inserido no Cinturão Verde da Vale e mostra aos visitantes o processo de restauração florestal e conservação da Mata Atlântica, além de estabelecer a integração entre a comunidade e a Vale.
O parque possui flora diversificada com mais de 140 espécies de árvores, tais como pau-brasil, jacarandá e ipê, além da fauna silvestre, como caticoco, gambás, saguis e várias espécies de aves que podem ser vistas em cinco trilhas ecológicas. O orquidário possui cerca de 500 mudas nacionais e internacionais. 

O Parque Botânico Vale conta com uma infraestrutura para visitação e eventos com anfiteatro, salas de aula, parque infantil, estacionamento e módulos temáticos retratando o bioma do Espírito Santo e o ciclo do minério de ferro. Mensalmente, o parque oferece aos visitantes e universitários uma programação diversificada que busca difundir a cultura regional
 Jardim Sensorial  
Com o objetivo de promover um verdadeiro encontro com a natureza, a Vale desenvolveu o Jardim Sensorial. O espaço conta com uma estrutura que explora e estimula os cinco sentidos do ser humano. Para atender todos os visitantes, os orientadores do Parque Botânico Vale em Vitória receberam treinamento em Libras, a linguagem dos sinais utilizada por pessoas com deficiência.


Eu já fui:

O Parque Botânico Vale é uma das coisas bonitas que temos na Grande Vitória e que poucas pessoas conhecem, perguntei muitos conhecidos e raros são os que já foram. Com certeza por falta de divulgação, ou até mesmo pela falta de sinalização, para encontrar nós "rodamos" bastante com o carro!!!

Bom.. lá é super organizado, bonito, bem cuidado, possui estacionamento, sanitários (limpos), cantina, parquinho, biblioteca, jardim sensorial (não vi)... Aliás, deveria existir um mapa do Parque logo na entrada, para facilitar a localização do Jardim sensorial por exemplo!

Essa é a guarita que fica na entrada:



Esse lago lindooooo, considero a parte mais charmosa:



Todo o parque é cercado por essa cerca "marronzinha"; depois de alguns "esporros" do guarda percebemos que a cerca demarca a área permitida e proibida para pedestres:


Bom... Nessa área onde também tráfega veículos, eu concordo com a "cerquinha", afinal traz mais segurança. Mas o Parque quase todooooo? Inclusive impedindo acesso às sombras gostosas de muitas árvores, só por causa da grama?
Essa é a parte chata, quando você menos imagina tem um guarda te chamando a atenção, e eles não são nada delicados: "Vocês acabam de invadir uma área de reserva, se invadirem novamente vocês serão proibidos de entrarem no Parque novamente".
Pensei: Haaa.... pronto está explicado... derrepente é por isso que poucas pessoas frequentam o local, deve ter muita gente "fichada" nesse parque pelo fato de caminhar na grama!!! kkkkk Como disse o Gotardo "Na Europa os parques são todos gramados e as pessoas têm livre acesso, porque a grama do Brasil é proibida?


Esse vagão desativado ficou bem bacana e adivinhe o que tem dentro? Uma biblioteca!!!! Uaaa isso mesmo, uma biblioteca, legal né? Mas eu acho que não é permitido ler os livros do lado de fora :(

 





Um ótimo passeio para fazer com criança (desde que ela não saia correndo pela grama), muitas faziam a festa no parquinho e nesses brinquedos de madeira rústica.
Não sei se dá para fazer pic-nic já que não pode pisar na grama!!! :(
Local gostoso para namorar também!



A cantina aparece no fundo, atrás da plaquinha de adversão (que pede adivinha o que?):



Chega de protesto sobre a grama... já desabafei... Agora o protesto do horário: Fechar às 17h em pleno horário de verão? É uma maldade muito grande com as criancinhas que estão se divertindo e inclusive com as modelos que estão aproveitando a luz da tarde para fazer seus books!

Modelos? Isso mesmo... por ser um parque muito bonito, é super, ultra utilizado para ensaios externos, eu vi cada foto lindaaaaa nos sites de fotógrafos: noivas, gestantes, crianças, 15 anos, modelos... 
Não resisti e decidi fazer umas fotos minhas lá também, para deixar você morrendo de vontade de pousar para alguns cliques, uma prévia das fotos: 




 




Para quem quizer ser modelo por um dia, indico um excelente casal de fotógrafos: Tayrine e Gotardo http://raracena.wordpress.com/ Eles arrasam na fotografia contemporânea!!!
São lindos, super simpáticos, espontâneos, de bem com a vida... e o mais importante "super profissionais"! Aproveito para mandar um super beijo para eles!! Agradecer a paciência rs, o carinho e desejar que o sucesso continue sempre!!!

Micaelem obrigado por ter fotografado o Parque!!!!


Acesso:
O trânsito estava impedido a partir de um determinado ponto na beira-mar, por isso não conseguimos seguir as orientações do site da VALE e nos perdemos!! rsrsr Então... descobrimos um caminho alternativo: Ao final da Praia de Camburi (sentido Vale mineradora), dobre à esquerda (última entrada do bairro Jardim Camburi), você vai passar em frente ao Rancho Beliscão, vai seguir reto, após um semáfaro você começa encontrar sinalização para o condomínio "Atlântica Ville", dirija-se rumo à esse condomínio, até encontrar uma ladeira, a entrada do parque esta no início dessa ladeira.


Funcionamento:
Terça a domingo das 08h às 17h
Avenida dos Expedicionários, s/n - Jardim Camburi – Vitória/ES
Informações e agendamentos: (27) 3333-6200
Trilhas: 8h30, 9h30, 14h e 15h.

Visita orientada à área industrial de Tubarão - 8h30, 9h30, 14h e 15h30.
Nas trilhas ecológicas, o visitante deve trajar calça e sapatos fechados. Nas demais dependências, é permitido o uso de bermudas e sapatos confortáveis para caminhada.
Crianças com menos de cinco anos não podem fazer a caminhada nas trilhas, tendo como opção as outras atividades recreativas do parque.

domingo, 10 de julho de 2011

Subi o Morro do Moreno!


Em comemoração aos 20 anos do TRT-ES, a Associação dos Servidores da Justiça do Trabalho do Espírito Santo - Ajustes organizou uma subida ao Morro do Moreno, um dos belos pontos turísticos de Vila Velha.
O evento ocorreu no dia 10 de julho (domingo), às 8h30, com saída da rua João Joaquim da Mota (ao lado da Boate Jump Café), Praia da Costa.


Sobre o Parque

MORRO DO MORENO

O Morro possui 473.600,00 m2 de área, sendo uma parte loteada e outra, de 253.600,00 m2, de propriedade da Família Aguiar.
Com a RPPN (Reserva particular de Patrimônio natural) estabelecida, os proprietários do Morro pretendem criar o Parque Morro do Moreno preservando o remanescente de Mata Atlântica e oferecendo a comunidade e aos turistas uma opção de lazer de qualidade, com trilhas sobre a mata, espaço para oficinas de ecologia e arte.
Para a criação do Parque Morro do Moreno, seus proprietários estão buscando parcerias com grandes companhias privadas, governamentais, Ong’s e Fundações.

O Morro do Moreno, localizado em Vila Velha – ES, Brasil, debruçado sobre o Oceano Atlântico, é hoje um local perfeito para saltos de parapente, asa-delta e para a prática de escalada, devido a sua altitude de 184 m. Do topo do Morro, temos uma visão de 360º da cidade de Vila Velha, do mar e da capital do Espírito Santo, Vitória. É por causa de sua vista privilegiada e localização estratégica que o Morro do Moreno guarda muitas histórias, como as que seguem abaixo:

SINALEIRO
Desde o início da colonização do Espírito Santo, o Morro do Moreno funcionava como posto de observação assegurando a defesa de Vila Velha e de Vitória, aos ataques dos navios corsários. O responsável pela observação era um colono que veio de Portugal com Vasco Fernandes Coutinho. Seu nome era João Moreno, daí o nome do Morro: MORRO DO MORENO. Além da atividade de vigia, João Moreno utilizava as terras do Morro para o cultivo.
No início do século passado, o topo do morro foi fundamental na criação de um sistema de sinalização para a entrada de navios na Baía de Vitória, reforçando sua vocação como Posto de Observação. Agora, ao invés de defesa de ataques dos navios, o topo do Morro do Moreno servia para auxiliar a navegação.

Clementino de Barcellos, figura ilustre e querida de Vila Velha, era o sinaleiro do Morro do Moreno aos 23 anos de idade. Assumiu por nomeação do Governo Federal, o cargo de sinalizador do POSTO SEMAFÓRICO localizado no Morro do Moreno, em substituição ao seu falecido pai, que exercia a mesma função.

Este posto - que ficava de frente para o mar, a leste - tinha a finalidade de identificar por meio de uma luneta de longo alcance, os navios em alto mar. Clementino verificava com antecedência de aproximadamente uma hora, se os navios iriam atracar no Porto de Vitória, se vinham do sul ou do norte e ainda era possível ver detalhes como o nome do navio e da companhia a que pertencia.

A partir da identificação do navio, havia um sistema de comunicação que funcionava com bandeiras coloridas colocadas numa cruzeta fixas na parte superior do mastro. Era uma enorme cruz, com quase dez metros de altura.

BANDEIRAS COLORIDAS
A cor da bandeira e o lado da cruzeta no mastro em que ela era hasteada tinha seu significado. Se Clementino de Barcellos -“Mestre Clê”, como era conhecido -, avistasse um navio vindo do norte (isto é, vindo do lado esquerdo do posto de observação no topo do Moreno), do mesmo lado era hasteada uma bandeira vermelha.

Se avistasse vindo do Sul, isto é, à sua direita, hasteava a bandeira azul do mesmo lado. No topo da cruz era colocada a bandeira branca quando o navio vinha do sol nascente, do leste.
Em Paul, no Péla Macaco ou na Pedra do Cais de Minério, toda essa operação era repetida e do Porto de Vitória, a Capitania iniciava seus trabalhos de assessoramento da entrada do navio, conduzindo-o da boca da barra até o Cais do Porto.

AOS PÉS DO MORRO


Voltando um pouco mais no tempo, temos a história da chegada do donatário da Capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho, aos pés do Morro do Moreno e de como foram divididas as terras da Capitania, incluindo aí o nosso Morro.
O Morro, sede da histórica Fazenda da Costa tinha as seguintes dimensões: 15 léguas de comprimento, do Morro até a Barra do Jucu, e 3 léguas de largura, da faixa litorânea para o interior (sentido leste-oeste).

A propriedade inseria-se no contexto geodésico da Sesmaria Fazenda da Costa, cujo registro paroquial em nome de Victória Clara dos Reis, remonta à data de 25 de junho de 1856, conforme consta no livro nº 84, fls. 18, do Arquivo Público Estadual. Ao ser desmembrado da referida Sesmaria pela venda feita a Delfino Antônio Pereira, o Morro do Moreno foi vendido a Ignácio Martins de Jesus Leal em 03 de dezembro de 1888. Com o falecimento de Ignácio, sua filha única, Angelina Martins da Silva Leal, herdou a propriedade.

Posteriormente, em 25 de maio de 1929, Angelina vendeu toda a propriedade que incluía o Morro do Moreno a Miguel Manoel de Aguiar, filho da terra, nascido na Prainha em Vila Velha – ES, na casa de seus pais, todos CANELA-VERDES, e assim atualmente, grande parte do Morro ainda pertence à tradicional Família Aguiar.

Para perpetuar a beleza natural do “Guardião da Baia de Vitória”, a família resolveu implantar uma RPPN na “MACACA GRÁVIDA”, como também é conhecido o Moreno, alto, bonito e sensual.

 Fonte: IBAMA

Eu já fui:

Fui estagiária do TRT17 em 2007, onde conheci muitas pessoas especiais e fiz grande amigos, fiquei sabendo da subida no Morro do Moreno através da Willyana (servidora na Assessoria de Comunicação do TRT17). Divulguei o evento aqui no blog e fiz a subida com essa galera animada. E para você leitor do blog, conto os detalhes da aventura:

 
A caminhada foi muito bem organizada, aliás parabéns para os organizadores!
A camisa custava R$10,00 para sócios e R$15,00 para não sócios. Foram distribuídas frutinhas, água e picolés (mas o picolé só lá no topo! rs).
Começamos com o alongamento:


                                                                             Foto: Érika Mezabarba

Aqui é onde começa a subida:


                                                        Foto: Érika Mezabarba
  
O caminho é bastante íngrime, mas o visual lá do topo compensa o esforço, que nem é tão grande assim, são apenas 2km de subida, aproximadamente 1h de caminhada. 
Para as mamães que pedem sugestão de lazer para as crianças; esse passeio é uma ótima dica! As crianças que foram adoraram correr pelo caminho!


                                                          Foto: Érika Mezabarba


Olha aí a turma mais animada da caminhada, (Cris e Edissandra prazer conhecer vocês), Willy obrigada pelo convite!

                                                                             Foto: Érika Mezabarba

No caminho fizemos pequenas pausas para as fotos e  houve até fila nos pontos mais estratégicos, para registrar o momento:

                                                                            Foto: Érika Mezabarba

                                                         Foto: Érika Mezabarba

Chegamos!!!


                                                         Foto: Érika Mezabarba


                                                             Foto: Érika Mezabarba

ATENÇÃO: Carros de passeio não passam, é preciso carro alto e com tração nas rodas para conseguir atravessar a parte rochosa da subida.

                                                           Foto: Érika Mezabarba

  
Lembrando que nosso passeio foi ecologicamente correto, levamos de ksa saquinhos plásticos para armazenar o lixo e na descida fomos orientados a recolher os que encontrássemos pelo caminho!
Descendo o morro, não pude deixar de fazer essa foto:




                                                                                 Foto: Érika Mezabarba

Aproximadamente 130 pessoas participaram, abraço para todos, adoreeeeeei!!!!


Por medida de segurança recomendo que esse passeio seja feito sempre em grupo, levem água e não esqueçam do filtro solar!
A próxima escalada será no Mestre Alvaro, acompanhe o blog para saber da data, vamos?


 
O acesso principal achei mal sinalizado e bem complicado de achar, com tanta rua de mão única em Vila Velha sinto-me perdida como em um labirinto! rs Mas nada que a insistência e um pouco de sorte não resolva! rs
Fiquei sabendo que existe um outro acesso para quem deseja subir pela trilha, é um caminho asfaltado que se vê ao passar pela Terceira Ponte no sentido Vila Velha x Vix. Mas não tenho a informação de como se chega nesse acesso.


Acesso principal:
Rua João Joaquim da Mota (ao lado da Boate Jump Café)
Praia da Costa
Vila Velha-ES
 


quinta-feira, 19 de maio de 2011

Parque Paulo Cesar Vinha

Um pouco da história... 


Gildo Loyola 

Hoje, 28 de abril de 2010, está completando 17 anos do assassinato do ambientalista Paulo Cesar  Vinha. Ele foi morto, com três tiros, por denunciar a extração ilegal de areia em uma área de restinga em Guarapari. O crime chocou a sociedade que se mobilizou na ajuda pela prisão dos criminosos.

Os matadores do ambientalista foram os empresários Ailton Barbosa Queiroz,  autor dos disparos, e seu irmão, José Barbosa Queiroz. Eles, como outros empresários, extraíam ilegalmente areia de uma área de proteção ambiental.


No dia 28 de abril de 1993, Paulo Vinha foi cercado e morto quando documentava com fotos uma área devastada do parque. Após três meses, os irmãos Ailton e José se entregaram, mas ganharam o direito de responder ao processo em liberdade.



A condenação veio após quatro anos: Ailton Queiroz recebeu condenação a 16 anos de prisão, mas recorreu da sentença e foi absolvido. Uma semana depois, José Queiroz foi absolvido. Ao ser julgado pela segunda vez, José Queiroz foi condenado a 17 anos, e ficou quatro anos preso. Depois que conseguiu liberdade condicional Ailton Barbosa Queiroz fugiu e só foi preso anos depois.

Quem foi Paulo Cesar Vinha

Paulo Cesar Vinha era natural de Conceição do Castelo, região serrana do ES, morreu aos 36 anos. Era biólogo, presidia a Associação dos Biólogos do Espírito Santo – e também  integrava a Associação Capixaba do Meio Ambiente (Acapema). Foi fundador do Partido dos Trabalhadores no Município de Vila Velha e liderou, em 1978.    Foi militante ecologista, participando ativamente nas lutas em defesa do meio ambiente, e atuou na luta pela demarcação de terras indígenas capixabas, e contra a instalação de uma usina nuclear no Estado. Era um grande conhecedor da restinga do Espírito Santo, além de especialista em identificação de fungos.

Teve também destacada atuação nas lutas populares por transporte coletivo e moradia, chegando à posição de secretário de Transportes da Prefeitura de Vitória. Além disso, foi secretário geral da primeira diretoria da CUT-ES.

Parque Estadual Paulo Vinha
             
 
 Fotos:Lagoa de Caraís no Parque Paulo César Vinha

O nome do Parque Estadual Paulo Cesar Vinha foi uma homenagem ao biólogo e ecologista, um guerreiro da luta pelo meio ambiente. Sua história está na nossa memória e inspira continuidade de batalhas pela melhoria das condições ambientais e da qualidade de vida. Disponível em: http://www.rog.com.br/claudiovereza2/mostraconteudos.asp?cod_conteudo=344




Bioma: Floresta Atlântica e Ecossistemas Costeiros
Área: 1.500 ha, criação: 1990

O Parque Estadual Paulo César Vinha está localizado entre a região Nordeste de Guarapari, balneário a 30 minutos de Vitória, e o sul de Vila Velha. Pertencente a Área de Proteção Ambiental de Setiba, a sede do Parque fica a 23 km da Rodovia do Sol, no km 36 que liga Vila Velha a Guarapari. O Parque Estadual Paulo César Vinha é uma homenagem ao biólogo de mesmo nome, que dedicou parte de sua vida à preservação desteParque, foi criado em 1990, com o intuito de preservar uma das mais importantes áreas de ecossistema de restinga.

Possui 1.500 hectares e uma grande biodiversidade, associada à beleza de seus 11 km de praias, dunas, alagados, florestas de restinga, lagoas de águas escuras e ilhas costeiras.

O Parque é considerado uma das regiões mais ricas do Estado, em fauna e flora marinhas. A restinga é típica na região, e compreende uma das áreas mais ricas em variedades de ambientes do Sul do Estado: são matas, dunas, bromélias, cactos, ipês.

Na região o visitante irá encontrar espécies raras de animais, como o ouriço-preto, a cegonha, a preguiça e diversas espécies da fauna marinha. Implantado em 1996, o viveiro local produz mudas de espécies nativas de restinga, que são usadas para recuperação de áreas degradadas, e estão disponíveis para a comunidade.
Uma das principais atrações do Parque são as inúmeras lagoas que existem na região, além das dunas, alagados, áreas de manguezal, e a enorme variedade de espécies de frutos comestíveis.

A água do mar é azulada e transparente e o visitante pode tomar banho nas lagoas de água salgada e de água doce como a Lagoa Vermelha e a Lagoa Feia.

O Parque possui trilha de 1.500 metros, com grau leve de dificuldade, que leva o visitante à bela Lagoa
de Caraís, ao lado da praia de mesmo nome. Próximo à reserva, estão localizados outros importantes pontos turísticos do Espírito Santo, como a praia da Ponta da Fruta, Setiba e o famoso balneário de Guarapari.
O local é ótimo para mergulho, com águas rasas e claras e intensa vida submarina.

Fonte: http://www.vitoria-es-brasil.com/index.php?option=com_content&view=article&id=737:parque-estadual-paulo-cesar-vinha&catid=161:meo-ambiente-es&Itemid=446


Eu já fui:

Estive no Parque em um feriado, faz poucos dias e recomendo o passeio!
Se você sair de Vitória basta seguir em direção a Guarapari pela rodovia do sol, logo após aquele pedágio de R$6 você começara a  ver sinalização na pista (e é bem sinalizado).
Foto: Érika Mezabarba Riva


O Parque é muito bem cuidado, logo na entrada existe uma estrutura com estacionamento, banheiros, bebedouros, chuveiro... Fomos recebidos por um guarda que nos informou sobre o parque e o percurso da trilha.


                                                                                    Foto: Érika Mezabarba Riva


                                                                                       Foto: Érika Mezabarba Riva


                                                                     Foto: Érika Mezabarba Riva

Sobre a trilha que dá acesso à praia e as tão famosas lagoas...
São uns 2km. de caminhada até a praia, para chegar na Lagoa é preciso andar mais um pouquinho, o percurso é todo sinalizado. Deve dar uns 40 min. de caminhada, por isso é importante ir com roupas leves, usar boné ou chapéu e protetor solar, haaaa não deixe de levar um recipiente para levar água e se hidratar no caminho. 

Quando chove a trilha alaga um pouquinho, nesse dia que fui havia chovido na véspera e alguns trechos estavam cheios de água, mas não chegava no joelho e se até eu atravessei qualquer um atravessa. rs

Pelo que fiquei sabendo não existe nenhum histórico de qualquer ocorrência de violência no local, mas eu recomendo que esse passeio seja feito em grupo (no mínimo umas quatro pessoas), pois a trilha não é muito movimentada.

Durante a caminhada você pode ver borboletas, pássaros e outros bixinhos!!! Esteja munido de máquina fotográfica para registrar tudo!!!



                                                                                            Foto: Érika Mezabarba Riva 



O esforço compensa, olha que praia paradisíaca que você vai encontrar, com uma areia fininha e uma brisa refrescante. Pena que as ondas são fortes, sobre a profundidade não tenho informações.



                                                                                       Foto: Érika Mezabarba Riva 

Eu não fui até a lagoa, pois era preciso retornar à sede do parque até as 17h (horário de fechamento), e fiquei sabendo também que no período da tarde pelo fato da maré estar cheia: a água do mar se une com a da lagoa e fica difícil atravessar. Mas busquei na internet uma foto que mostra bem o local:




Acesso: 

O Parque é aberto a visitação pública, das 8 às 17 horas no inverno e das 8 às 18 horas no verão, mas as visitas em grupo devem ser marcadas com antecedência na sede administrativa.

Rodovia do sol
Guarapari-ES


terça-feira, 26 de abril de 2011

Parque Municipal: A Fazendinha

No extremo norte da Capital, entre a rodovia Norte-Sul e os bairros Jardim Camburi e de Fátima, fica o Parque Municipal da Fazendinha, um lugar perfeito para repousar à sombra de árvores frutíferas, como mangueiras, cajueiros, jambeiros e laranjeiras, e de exemplares de Mata Atlântica introduzidos naquele ambiente.

Inaugurado em junho de 2004, o parque possui quase 23 mil metros quadrados e serve de moradia para aves, mamíferos e peixes. A região central é ocupada por uma nascente e um grande lago. Na parte mais elevada, existe um platô, que serve de mirante natural.
A Fazendinha constitui um parque temático e um espaço rural lúdico, educativo, de lazer e contemplação, tudo de maneira integrada. É um cenário interessante para a criançada se divertir observando a natureza. Site PMV


Eu já fui:
Fui à Fazendinha em um domingo desses, no site da Prefeitura havia poucas imagens e eu estava curiosa para conhecer esse parque! 
Carro não entra lá dentro, também não existe estacionamento próprio.
Quando você chega e vê tudo fechado acha até que não dá para entrar, mas o portão para pedestre fica apenas encostado. Na minha opinião deveria ter uma plaquinha avisando que esta aberto!


 
Foto: Érika Mezabarba


 Não é muito grande lá dentro, mas pelo que eu vi as crianças "fazem a festa" lá! E dá para tirar fotos bonitas!



Deck de madeira sobre um lago rodeado de coqueiros 
Foto: Carlos Antolim
Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/secom.php?pagina=noticias&idNoticia=5027


Foto: Érika Mezabarba



Existem alguns bixinhos, eu até fotografei: coelho, cabrito, galinhas, jabuti, ganços... os presos pareciam meio tristinhos, o coelho da foto dá até dó de ver! Talvez seja porque estou acostumada a ver os bichinhos soltos lá no interior!


   Foto: Érika Mezabarba

       Foto: Érika Mezabarba



     Foto: Érika Mezabarba



     Foto: Érika Mezabarba


O Jabuti tomando seu banho:


Foto: Érika Mezabarba


Têm parquinho lá dentro:


 
Foto: Érika Mezabarba



O problema de lá é que têm muitooooo mosquito, não pode esquecer do repelente heim!   Bom passeio!!!                                     

Foto: Érika Mezabarba
                                                        

                                                                          

Acesso

As pessoas chegam ao Parque Municipal da Fazendinha passando pela rua Eugênio Pacheco de Queiroz, em Jardim Camburi, ou seguindo pela rodovia Norte-Sul.
Horário de funcionamento: de terça a domingo, das 7 às 18 horas.

Contato:
(27) 3237-2405 (administração)