Mostrando postagens com marcador Museu. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Museu. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Museu Homero Massena: um dos maiores patrimônios históricos de Vila Velha

 
Em uma casa de esquina, na Quadra 148, nº 175, no Parque da Prainha, viveu, por 23 anos, o artista Homero Massena. O local onde morou e fez as melhores pinturas de sua vida é hoje o Museu Homero Massena. A casa foi tombada no final da década de 80, é um dos maiores patrimônios históricos de Vila Velha, e conserva as obras e a história de vida do artista. O museu é um tradicional cartão postal da cidade, é aberto à visitação e funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, e aos sábados, das 10 às 14 horas.
 
Homero Gabirobetz Massena nasceu na cidade de Barbacena, em Minas Gerais, no dia 4 de março de 1884 e chegou a Vila Velha com apenas seis meses de vida. Aos 15 anos ele descobriu a vocação artística e frequentou os cursos de pintura, urbanismo e decoração na Escola Nacional de Belas- Artes do Rio de Janeiro (RJ) e de Minas Gerais (MG). O artista também estudou na Europa, na Academia Julien, em Paris.

Por pressão do pai, formou-se em Odontologia, profissão que exerceu por dois anos. Foi jornalista e redator de A Batalha, O País, Jornal do Comércio e A Tarde. O artista, que trouxe a técnica de uma pintura mais elaborada para o Estado, é o maior nome e referência para os artistas capixabas. Massena tinha um amor declarado por Vila Velha e dizia que “para se viver bem, tem que ser em Paris ou em Vila Velha”, deixando bem clara sua paixão pelo município.

Amor e arte
O artista tinha na natureza sua fonte de inspiração e a maior obra-prima do pintor é o quadro “Solidão”, que hoje se encontra nas paredes do Palácio Anchieta. O artista utilizava em suas obras uma riqueza de texturas e transparências, levando com suas pinceladas um realismo às obras, criando vida em seus quadros.
 
Além das diversas obras, escreveu dois livros: “Miracema” e “Atribulações de um Capixaba”. É de Homero Massena a pintura do teto do Teatro Carlos Gomes. Durante sua vida de pintor, foi premiado com 28 medalhas, além de diplomas e outros prêmios.
 
Foi casado com Cecília Massena e teve três filhos. Casou-se novamente com a gaúcha Adelina Massena, conhecida como Edy, com quem viveu até seus últimos dias. Homero Massena faleceu em 1979, aos 89 anos.

Uma viagem ao universo de Massena

Na casa em que morou com a esposa Edy, o visitante pode conhecer um pouco mais do que foi o dia a dia de Massena. Livros, pincéis e um quadro não acabado permanecem intocáveis, deixando a vista os últimos passos do pintor. Varanda, sala, ateliê, dois quartos, banheiro e cozinha compõem a construção, típica de beira de praia das décadas de 40 e 50. Pinturas em todos cômodos e objetos pessoais remetem a criatividade do artista, que gostava de pintar nas rachaduras, dando um toque único e especial às paredes da casa.
 
Kleber Galvêas, artista e amigo pessoal do pintor, definiu Massena como um homem talentoso, espirituoso e único, dizendo que uma visita ao museu leva o visitante a conhecer um pouco mais do artista que amava Vila Velha.

Serviço:
Museu Homero Massena
Funciona de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas, e aos sábados, das 10 às 14 horas.
Endereço: Avenida Beira Mar, 175, Prainha – Vila Velha.

Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação Semcult/Semel
Lívia Albernaz
liviaalbernaz@vilavelha.es.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
liviaalbernaz@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
27 3149-7923 / 9800-2020
Fonte: http://www.vilavelha.es.gov.br/Notícias/Geral/15958-museu-homero-massena-um-dos-maiores-patrimonios-historicos-de-vila-velha.html
 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Museu Vale

HISTÓRIA DO MUSEU

O Museu Vale é um projeto da Fundação Vale que tem como objetivo proporcionar à população capixaba um espaço de excelência em arte contemporânea, incentivar os jovens a usar a criatividade na busca do conhecimento e preservar a memória da centenária Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM).

Por meio do projeto realizado pela Vale em parceria com o Banco Real através da Lei Rouanet, o museu foi inaugurado em 15 de outubro de 1998.
Sua programação cultural é voltada para a arte contemporânea que ocorre no Galpão e Galeria Vale antigo depósito de cargas adaptado para receber exposições.

Artistas
Já passaram pelo museu obras de importantes artistas como a do alemão Joseph Beuys, Antonio Manuel, José Damasceno, Leda Catunda, Arthur Omar, José Rufino, Amilcar de Castro, Iole de Freitas, Lygia Clark, Carlos Vergara, Eduardo Frota, Mariannita Luzzati, Cildo Meireles e Nelson Felix, Yoko Ono, Tunga, Lawrence Weiner, dentre outros.

Projetos
O foco do museu é o seu projeto educacional e a formação de público (principalmente o infanto-juvenil) com objetivo de incentivar crianças, adolescentes e jovens a usarem criatividade e imaginação a partir da vivência em atividades junto ao acervo e às mostras de arte contemporânea. Oferece a estudantes de escolas públicas e particulares da Grande Vitória visitas guiadas com monitores que explicam a temática do museu e das obras expostas.

Promove também workshops sobre as exposições de arte contemporânea para universitários de arte, que, posteriormente, ministram oficinas para professores e estudantes da rede de ensino da Grande Vitória.

O projeto do Museu se insere na missão da Fundação Vale principal interlocutor da Vale com as comunidades com as quais a empresa interage. Com seus parceiros, a Fundação busca contribuir para o desenvolvimento sustentável dos territórios onde a companhia está presente, com investimentos na área de educação, cultura e economia local - três vetores estratégicos para o desenvolvimento.

Desde sua abertura, o Museu Vale já sediou 27 importantes exposições e recebeu cerca de 661 mil visitantes.



Exposição permanente
No edifício da antiga estação Pedro Nolasco está o acervo histórico da Estrada de Ferro Vitória a Minas. Com cerca de 1.200 metros quadrados, o museu tem uma exposição permanente com uma maquete de 34 m², a maior do Brasil, que inclui miniaturas de trens em movimento, viadutos, fábricas e ambientes naturais, representando como ocorre o transporte das minas ao porto.

Em frente ao prédio pode-se ver a Maria-Fumaça, uma locomotiva a vapor vinda da Filadélfia (EUA), adquirida pela Vale em 1945. Restaurada em 1997, ainda se encontra em funcionamento, bem como sua composição de carro de passageiros e vagão de cargas.

O acervo revela para o público um painel interativo, fotos, equipamentos e ferramentas de trabalho dos ferroviários, objetos antigos, documentos, publicações e cenários que retratam ambientes que já não existem mais. O acervo permanente é composto por 133 itens (84 peças e 49 fotografias).

Acesso:
Localiza-se em um imóvel restaurado e adaptado, que foi sede da antiga Estação Pedro Nolasco, no município de Vila Velha (ES), às margens da baía de Vitória. O prédio abriga uma exposição permanente sobre a Estrada de Ferro Vitória a Minas, com destaque para a maquete (a maior do Brasil) e conta também com o Centro de Memória da Estrada de Ferro Vitória a Minas onde os documentos originais da ferrovia são preservados.

Pátio da Antiga Estação Pedro Nolasco Pedro Nolasco s/n - Argolas
Vila Velha / Espirito Santo
CEP 29114-920


Contato:
Telefone: 55 (27) 3333-2484



Fonte: http://www.museuvale.com/omuseu.php

domingo, 7 de novembro de 2010

Museu Solar Monjardim

Fonte da figura: http://timbricas.blogspot.com/2007/11/gente-foi-visitar-o-solar-monjardim-em.html

Construído no século XVIII, é o único exemplar de arquitetura rural na ilha de Vitória. Foi habitado pelo almirante de fragata Francisco Pinto de Azevedo e em 1940, passou às mãos da família Monjardim. Nomeado em homenagem a um dos mais importantes moradores, o Barão de Monjardim, primeiro Governador do Estado, é considerado um dos melhores e mais bem conservados exemplares da arquitetura rural da Região Sudeste.

Horário de visitação:
terça a sexta, das 10 às 16 horas.


Não deixem de assistir a matéria do Programa Gente na TV sobre o museu:

http://www.youtube.com/watch?v=wP9e0ELLR2o


Eu não fui:
Não fui ainda porque o horário de visitação é bem complicado para quem trabalha em horário comercial! Fica a sugestão para os responsáveis alterarem os horários atuais para outros mais acessível!

Acesso:
Avenida Paulino Muler
Jucutuquara
Vitória-ES

Contato:
(27) 3223-6609.

Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=museus