A ESTAÇÃO: A estação de Celinafoi inaugurada em 1913 (*), no prolongamento do ramal, aberto entre Alegre e Espera Feliz, na linha do Manhuaçu, em Minas Gerais. Há fontes que citam a data de 24 de setembro desse mesmo ano, e até em maio do ano anterior, 1912. "Consegui através de uma Sociedade dos Amigos de Celina (SOCELI) salvar e restaurar a nossa estação ferroviária, motivo de muito orgulho para todos nós celinenses. Hoje ela está totalmente restaurada, como os ingleses a construíram no inicio do século passado, e abriga o cartório de registro civil e a agência dos Correios do distrito de Celina. Em breve ainda este ano, vamos também instalar no seu interior, um posto bancário do BANESTE. A sua inauguração ocorreu em maio de 1912, segundo dados que encontrei nos arquivos da rede ferroviária federal no Rio de Janeiro. O trem de passageiros foi desativado em 1967, os trilhos foram arrancados em 1972 e presenciados por mim, que lá morava, com muita tristeza" (Joseni Gouvêa, 11/2005).
Casarão antigo próximo à estação
Encontrei na internet comentários de internautas sobre Celina, muitos que moram na cidade e eu os conheço:
Celina, cidade pequena, clima gostoso, pessoas gentis e acolhedoras, qualidade de vida para crianças, principalmente, porque ficam a vontade para andar por toda a vila com liberdade. E tenho certeza do que falo pois moro aqui e tenho duas filhas, de 11 e 8 anos, que acham e falam daqui como se fosse um paraíso
Por: Marilândia |
Celina distrito do município de Alegre,230 km distante de Vitória capital do ES, com aproximadamente 5.000 habitantes(2009) e altitude de 628 metros na base da Estação Ferroviária da antiga Estrada de Ferro Leopoldina,contruida em 1912 e restaurada em 1991/1992, pelos Celinenses, por intermedio da Sociedade dos Amigos de Celina - SOCELI, é conhecida pela chamada geração de ouro,título dado pela grande professora Hilma Cabral, aos seus ex alunos que entre os anos 60 e 90 se tornaram profissionais dos mais variados campos do conhecimento, notadamente da engenharia, tendo esse pequeno distrito formado mais de 100 engenheiro nos últimos 30 anos.O clima agradável e a proximidade (16km) da Cachoeira e o Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça,fazem deste pequeno distrito, um ponto de partida para o conhecimento também, do Parque Nacional do Caparaó, onde se localiza o Pico da Bandeira(2848m) terceiro mais alto do Brasil.
Por: Joseni gouvêa |
se existe um lugar que se pode andar na rua sem se preocupar em ser assaltada esse lugar e CELINA , pequena acolhedora e da pra conhecer a todos os moradores, como se fosse vizinhos da gente , muito bom mesmo , adoro morar aqui , e você tambem pode desfrutar dessa liberdade , e so vir morar aqui pra sentir tudo isso e muito mais , criar sua familia numa boa , abraços .
Por: adriana sousa barros vieira |
Tenho orgulho de morar em Celina desde 1956 quando ini- ciei o então curso ginasial no recám criado Ginásio Celinense. Celina de gente acolhedora, amiga,gentil e educada. Celina é Celina !
Por: Maria da Penha Lima Fraga |
morei em celina na decada de setenta tenho este lugar no meu coração , me lembro de momentos maravilhosos que vivi neste lugar , os moradores de celina me acolheu como filho , sou muito grato por tudo que fizeram por mim , um abraço e um beijo para todos os moradores de celina
Por: sebastião brasil |
Celina , encantadora, dificil não gostar, se procuras paz e sossego achou o local certo
Por: Ronaldo Riguetti |
Pense em um lugar aprazí- vel, bem frio quando é inver- no, um lugar onde quase to- dos se conhecem. Esse lugar é Celina,ines- quecível para todos os que aqui moraram mas que por algum motivo tiveram que se mudar, no entanto,leva- ram Celina e suas lembran- ças no coração.
Por: Maria da Penha |
e com lagrimas nos olhos qeu começo arelembrar cada momento que passei durante 18anos de minha vida na querida celina. desde daminha querida escola sirena rezende fonseca, meus mestres: valesca,penhafraga,rutinha kob,dona celi , dona terezinha, dona maria do carmo ,izilda , marilda eupidio, dona maria luiza, donamaria magnolia,jaime, viviane, meus 3 GRANDES AMIGOS AURELIORAMOS DE OLIVEIRA FILHO DO SEU MINEIRO, ELIZIOESCOBAR, WANDERLEY CAMPOS PEREIRA,QUANTA SAUDADE. na epoca o destino nos fez buscar a cidade grande, meu ultimo pedidoa minha esposa e meus filhos quando DEUS me convocar que eu seja sepultado na minha terra natal.
Por: wilian bittencourt filho |
meus pais,meus irmãos e eu somos nascidos em celina.Deixei Celina ainda criança voltei algumas vezes já levei meus filhos para conhecer,e tenho muitas saudades das enxurradas em dias de chuva nas quais eu passeava perto da antiga estação de trem,quando voltava das aulas do G.E.Olga Coutinho.tenho inúmeros parentes morando aí.Celina está como deve ser bonita,tranquila e acolhedora.
Por: verginia maria rodrigues |
Celina é demais, vivo aqui a bastante tempo não troco esse lugar por nenhum outro!!!
Por: Ana |
O que dizer de Celina? Meu pedacinho de chão, onde fui criança. adolescente, jovem e hoje quase um veilho. Aqui atualmente vivo com meus filhos que desfrutam de uma formação maravilhosa, que tenho certeza, não teriam se vivessem em outro lugar. A paz aqui reina. Vou então repetir uma frase que escrevi no meu livro: "o que nos enche de orgulho é quando passa por aqui alguem que afirma: como eu gostaria de viver aqui!!!"Por: miguel lima
Eu já fui:
Celina é distrito de Alegre-ES!
Fica próxima da região do Caparaó e fica também bem próxima à Cachoeira da Fumaça (cartão postal de Alegre).
Sobre os eventos da cidade:
Em junho/julho são realizadas festinhas juninas e julinas, com direito a fogueira e tudo!
E em setembro as escolas organizam o desfile de 07 de setembro!
Bom... essa é minha cidade, apesar de ter residido na zona rural (distante alguns km.), foi nessa cidade onde estudei, fiz grandes amigos e vivi bons momentos de minha vida!
Realmente... uma cidade pequena, onde todos se conhecem e as pessoas são muito solidárias! Se uma pessoa adoece... todas as igrejas e todos os moradores oram pelo enfermo! Se alguém falece... a cidade toda chora e segue o cortejo até o cemitério.
Lá... você vê lindas casinhas coloridas, muito bem cuidadas pelos moradores!
Sinto uma sensação muito boa quando ouço os sinos da igreja tocar! A tranquilidade da cidade é algo explêndido, as pessoas caminham tranquilamente pelas ruas... os namorados namoram no jardim da Igreja.. enfim... No inverno o frio é intenso, na imagem acima da Estação Ferroviária é notável a névoa na foto! rs
A cidade esta crescendo, hoje já possui mais estrutura como: restaurante, pousada, posto de gasolina e lanchonete!
O casarão abandonado da foto acima era residência de uma tia de minha mãe, a Tia Maria do Carmo. No dia do casamento dos meus pais minha mãe se produziu nessa casa, rs, eu tenho uma foto da minha mãe lindaaaa vestida de noiva descendo as escadas, emocionante olhar para o Casarão e lembrar dessa foto!
Emocionante também é ouvir a D. Hilma cantar a música da cidade:
Celina cidade pequena
De lindas pequenas, parece um jardim
Celina tem ouro, tem gado
Tem céu estrelado, riqueza sem fim
O teu nome está cheio de glória
Gravado na história deste meu Brasil
Não te esqueço cidade bonita
Cartão de visita dum povo gentil
Hó Celina feiticeira
Majestosa, altaneira
Oh! celina brasileira
Dos meus sonhos tu és a primeira
Celina feiticeira
Majestosa, altaneira
Oh! cidade brasileira
Dos meus sonhos tu és a primeira
Minha saudação aos amigos, familiares e moradores dessa encantadora pequena cidade!!
Acesso:
Sul do Estado do Espírito Santo
Entre Alegre e Guaçuí
Acesso Rodoviário
BR-101 e BR-482
Distâncias 210 Km da Capital
Fonte: http://www.ferias.tur.br/informacoes/1846/celina-es.html
http://www.estacoesferroviarias.com.br/efl_ramais_2/celina.htm
"Eu tenho mais de 300 fotos em casa, que mostram como o Palácio das Águias estava - em ruínas, abandonado. Quem vê agora como o imóvel ficou fica sem palavras para descrever. O sonho que parecia tão remoto, tornou-se real", falou emocionada Ivilise Soares, neta de Guilherme Soares, que era um dos proprietários do Palácio.
Durante a solenidade de inauguração das obras de restauro do Palácio das Águias, Ivilise acrescentou que ela já está se movimentando com a comunidade para criar uma Associação de Amigos do Palácio das Águias. "Temos que apoiar, fiscalizar e preservar tudo isso que o Governo do Estado nos proporcionou", ressaltou. O casarão, com 127 anos de histórias pra contar, recebeu visitas de outros descendentes da família Soares, e também de autoridades como o governador Paulo Hartung, e a secretária de Estado da Cultura, Dayse Lemos.
"Já estamos providenciando um projeto de recuperação do Trapiche, grande marco da navegação fluvial do Estado, que foi construído pelo Barão de Itapemirim, na década de 1860. Juntos, os monumentos destacarão todo o valor histórico do balneário", disse Dayse Lemos.
E ressaltou que o "Palácio das Águias tem vocação para ser referência cultural do litoral sul capixaba. Além do restauro, demos ao imóvel uma destinação nobre. Aqui funcionará a Biblioteca Municipal", ressaltou a secretária.
Biblioteca modelo
A Biblioteca Municipal, que antes funcionava em um espaço provisório, está sob cuidados do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas do Espírito Santo (SEBPES). Uma equipe especializada, em constantes visitas ao município, organizou, analisou, e fez uma triagem no antigo acervo.
Como o espaço do Palácio das Águias é amplo, foi possível montar uma estrutura semelhante à da Biblioteca Pública Estadual. O acervo será todo organizado em divisões: de obras gerais (literatura clássica e contemporânea); de coleções especiais (com setor de obras raras e valiosas, infanto-juvenil, e documentação capixaba); e de periódicos (jornais e revistas). "É a primeira Biblioteca Municipal a ser dividida dessa forma. Os investimentos feitos no espaço farão com que ela se torne referência. Será uma biblioteca modelo, disse Rita Maia, gerente do SEBPES, e diretora da Biblioteca Pública Estadual.
O Governo do Estado, também em parceria com a Prefeitura de Marataízes, já está providenciando a aquisição de mais 1.500 títulos. Somado com a quantidade de livros já existentes, a Biblioteca disponibilizará, em breve, para a população, um acervo de três mil obras.
Também seguindo orientação do SEBPES, a Biblioteca Municipal de Marataízes, assim como outras de 13 municípios do Estado, inscreveu um projeto no edital "Mais Cultura de Apoio a Bibliotecas", do Ministério da Cultura. Foi contemplado, com outras nove bibliotecas capixabas, e receberá R$ 160 mil para fazer melhorias no acervo.
Restauro
A obra, realizada pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, em parceria com a Prefeitura Municipal de Marataízes, teve investimentos de R$ 629 mil. O projeto de restauro do Palácio das Águias foi elaborado por Cora Augusta Duarte Aguieiras - arquiteta urbanista, que respeitou as características originais do casarão.
A construção de um só pavimento sobre porão alto, tem suas quatro fachadas dispostas de forma a serem bem visíveis. Sua planta, em formato de "L", tem divisão interna tradicional para as moradias da época: parte social na frente, íntima no centro e de vivência nos fundos, com um corredor central que dá acesso a todos os cômodos. Originalmente em alvenaria de barro, suas paredes foram construídas diretamente sobre as rochas. O piso e o forro são de madeira, exceto no anexo de serviço (cozinha, banheiros e lavanderia), onde o piso é de ladrilho hidráulico.
O telhado representa, talvez, o único vestígio do edifício colonial original do século XIX. Possui estrutura em quatro águas e é coberto com telhas de barro tipo marselha e enquadramento em madeira.
A fachada de entrada do Palácio apresenta uma platibanda (que emoldura a parte superior de um edifício e tem a função de esconder o telhado) delineada com motivos abstratos e pictóricos. É formada por três frontões caracterizados por formas retilíneas e curvas.
História do Palácio das Águias
O Palácio das Águias tem origem numa edificação simples do século XIX. Seus primeiros proprietários foram Alfredo e Manoel Duarte. Provavelmente serviu como pouso de tropeiros nessa época.
Em 1903, foi adquirido pelo negociante português Simão Rodrigues Soares. Remodelado, o edifício se tornou uma luxuosa residência, chamada de Palácio das Águias por causa de duas esculturas colocadas no telhado, em homenagem aos filhos homens de Soares.
Além das águias, a casa recebeu fachadas em estilo eclético, e dois leões ladeando a escadaria na parte frontal. Até a década de 20 do século passado, o Palácio das Águias se destacava como uma magnífica edificação, palco de históricos encontros políticos durante a Primeira República.
Como patrimônio cultural do Espírito Santo, o conjunto arquitetônico formado pelo Palácio das Águias e pelo Trapiche passou por processo de tombamento, registrado na Resolução n° 01/1998, do Conselho Estadual de Cultura.
Informações à imprensa:
Assessoria de Comunicação/Secult
Larissa Ventorim
(27) 3636-7110 / (27) 9902-1627
comunicacao@secult.es.gov.br Fonte: http://www.secult.es.gov.br/?id=/noticias/materia.php&cd_matia=2637
Fafi funciona em prédio histórico inaugurado em 1926
No coração da Ilha de Vitória, a Escola de Teatro, Dança e Música Fafi contribui no processo de revitalização do Centro. Funciona num edifício projetado pelo arquiteto tcheco-eslovaco Josef Pitlik em estilo eclético, construído no governo de Florentino Avidos (1924-1928) e inaugurado em 1926, durante o Oitavo Congresso Brasileiro de Geografia. No decorrer dos anos, o prédio foi cenário de diversas atividades. Após a inauguração, tornou-se ambiente do Grupo Escolar Gomes Cardim. Em 1948, com a anexação do grupo escolar à escola Normal Pedro II, passou a abrigar o Colégio Estadual, que ali permaneceu até 1958, quando a escola foi transferida para o Morro do Forte São João. Pouco tempo depois, surgia no imóvel a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, origem da Universidade Federal do Espírito Santo ( Ufes). Devido à importância sociocultural da faculdade, o prédio, antes conhecido por Gomes Cardim, passou a ser chamado Fafi, a sigla da instituição. A criação da Ufes em 1954 e sua federalização em 1961 tornaram o edifício patrimônio do Governo Federal. Veio o Regime Militar. Uma das salas foi transformada em depósito de livros considerados subversivos apreendidos no diretório Acadêmico do Centro Biomédico da Ufes. Em 1971, a parte da Universidade que funcionava na Fafi foi transferida para o campus de Goiabeiras. A edificação foi também sede do Serviço de Identificação da Secretaria de Segurança Pública do Espirito Santo até 1976, quando é totalmente fechada. O prédio teve seu tombamento determinado em 1982, e, cinco anos mais tarde, a Prefeitura de Vitória o adquiriu. Em 25 de janeiro de 1992, na administração de Vitor Buaiz, as portas foram reabertas, e foram iniciadas no local as atividades da Escola de Artes Fafi, sendo oferecidas oficinas de curta duração em diversas áreas artísticas, como teatro, fotografia, dança e cinema. Em março de 1998, no governo de Luiz Paulo Vellozo Lucas, a Fafi se transformou em uma escola de qualificação profissional em teatro e dança, formando, em dezembro de 1999, suas duas primeiras turmas nessas áreas.
Cursos profissionalizantes de dança e teatro oferecidos na FafiCurso de Qualificação Profissional em TeatroO Curso de Qualificação Profissional em Teatro tem duração de três anos com aulas à noite, de segunda a sexta. Para se matricular, o aluno deve ter idade mínima de 16 anos, precisa estar cursando ou ter concluído o ensino médio e deve ter concluído uma carga horária de 60 horas de iniciação teatral. Ao final do curso, é expedido certificado de Qualificação Profissional em Teatro. Curso Básico em DançaDestinado aos alunos a partir de nove anos de idade. O Curso Básico em Dança dura cinco anos e conta com duas opções de horário: matutino e vespertino. As aulas ocorrem de segunda a sexta. Ao final, os estudantes participam de um novo processo seletivo para admissão no curso de Qualificação Profissional em Dança. Curso de Qualificação Profissional em DançaO aluno frequenta, por três anos, o curso, que é realizado de segunda a sexta, no período noturno. Ele precisa estar cursando ou ter concluído o ensino médio e recebe certificado de Qualificação Profissional em Dança.
Formação gratuita de atores e bailarinos na Escola Fafi
A Escola de Teatro, Dança e Música Fafi é um cenário dedicado à promoção e à difusão cultural. Criada em 1992, oferece, gratuitamente, oficinas livres a crianças, adolescentes e adultos provenientes de qualquer cidade do Estado ou do país. Também possui cursos gratuitos de qualificação profissional em teatro e em dança abertos à população. Sua estrutura física é composta por cinco salas de aulas, um centro de documentação (com acervo nas áreas de arte, cultura, teatro e dança), um laboratório de artes cênicas, uma sala para serviços administrativos e uma secretaria escolar. Está instalada em prédio histórico, que também abriga a Biblioteca Pública Municipal Adelpho Poli Monjardim. Além das oficinas e cursos, a Escola mantém, todos os anos, uma programação cultural voltada a alunos, artistas, técnicos e ao público em geral. InscriçõesPara se inscrever nas oficinas ou nos cursos de qualificação profissional, o candidato deve apresentar uma foto 3X4, a cópia da Certidão de Nascimento (para crianças) ou da Carteira de Identidade (para jovens e adultos) e ainda o comprovante de escolaridade. Além disso, à época, deverão ser atendidos os pré-requisitos divulgados para acesso às inscrições. CursosOferecidos de segunda a sexta, os cursos de qualificação profissional em teatro e em dança são oportunidades para aqueles que desejam se tornar ator ou bailarino. O mês de janeiro é dedicado às inscrições e ao processo seletivo realizado pela escola. Oficinas livresAs oficinas permitem a aproximação dos participantes com o universo cultural e artístico e são momentos de estímulo à criatividade. São ofertadas semestralmente, e as inscrições são abertas duas vezes por ano, seguindo os semestres letivos. A maioria acontece aos sábados. A oferta varia conforme o semestre, sendo estas algumas opções de oficinas: o ator e a máscara, máscara para atores, crítica teatral, figurino, cenografia, produção, direção, maquiagem, consciência do movimento para terceira idade, dança contemporânea, balé, dança de salão, jogos dramáticos, iniciação teatral, preparatório para qualificação teatral, técnica circense, teatro para terceira idade, teatro brasileiro, construção de personagens (ator e formas animadas), teatro para professores e oralidade e educação vocal para professores. Uma parceria com o Serviço Social do Comércio ( Sesc) permite ampliar a formação do artista, a formação de plateias e a oferta de oficinas ligadas à arte cênica.
Cursos na Escola Fafi: endereços e contatos para informações
A Escola de Teatro, Dança e Música Fafi está situada na Avenida Jerônimo Monteiro, 656, no Centro de Vitória. Abre de segunda a sexta, das 8 às 22 horas, e aos sábados, das 8 às 18 horas. A população pode obter mais informações sobre cursos e oficinas ou esclarecer dúvidas pelos telefones (27) 3381-6921 e 3381-6922.
Corpo técnico Gerente da Escola de Teatro, Dança e Música Fafi
Tânia Regina Alves do Carmo
Telefone: (27) 3381-6921
E-mail: tracarmo@vitoria.es.gov.br
Coordenadora de Promoção CulturalLilian Pereira Menenguci
Telefone: (27) 3381-6922
E-mail: lpmenenguci@vitoria.es.gov.br
Coordenador de Projetos CulturaisRoberto Barcelos Ferrante
Telefone: (27) 3381-6921
Coordenador de TeatroWilson Pinto Coelho
Telefone: (27) 3381-6923
Coordenadora de DançaRenato Santos
Telefone: (27) 3381-6924
Coordenadora PedagógicaZila Nascimento Oliveira
Telefone: (27) 3381- 6922
Vai fazer o que nas férias? Faça um curso de teatro!
Já estão abertas as inscrições para a primeira oficina que a Fafi irá oferecer durante as férias escolaresCaroline Pontini - gazeta online
foto: Gildo Loyola Já estão abertas as inscrições para a primeira oficina que a Fafi irá oferecer em janeiro e fevereiro de 2011.
Se você quer aprimorar seus conhecimentos artísticos, sua expressão corporal ou até mesmo pensa em ser ator, que tal fazer teatro nas férias? Já estão abertas as inscrições para a primeira oficina que a Escola de Teatro, Dança e Música. A Fafi irá oferecer em janeiro e fevereiro de 2011. As inscrições para a oficina, a ser ministrada pelo ator e diretor Alvarito Mendes Filho, vão até o dia 6 de janeiro.
Com carga horária de 45 horas, a oficina será realizada entre os dias 10 de janeiro e 11 de fevereiro de 2011, sempre das 19h às 22h. O professor Alvarito Mendes Filho está oferecendo vagas para pessoas interessadas em aprender ou ampliar seus conhecimentos sobre a arte dramática e experimentar o fazer teatral em um curto período de tempo.
Para participar, é necessário ter idade mínima de 15 anos. Porém, podem participar alunos com menos de 15 anos que já tenham experiência na prática teatral. A inscrição é gratuita, e o melhor: não há cobrança de mensalidade.
Durante o curso, os alunos entrarão em contato com a história do teatro de diversas épocas e civilizações, como o Teatro Grego, Medieval e Elisabetano, além do Teatro Brasileiro e também a Comédia Dell'Arte. Além de aulas expositivas, também haverá leitura de textos e encenações.
Inscrições:
Oficina de teatro com Alvarito Mendes Filho
Prazo de inscrição: até 6 de janeiro
Aulas: 45 horas de aulas entre os dias 10 de janeiro e 11 de fevereiro de 2011
Eu já fui:
Em 2007 fiz o curso de iniciação teatral na Fafi, muito bom, aprendi muito, fiz novos amigos e era uma delícia estar envolvida com o mundo de imaginação do Teatro. Os professores de lá são muito bons! Como vocês leram, a Fafi oferece diversos cursos, então aproveitem, eu recomendo!
Acesso:
Onde: Escola de Teatro, Dança e Música Fafi, Av. Jerônimo Monteiro, 656, Centro, Vitória.
Contato:
Informações : (27) 3381-6924
Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/semc.php?pagina=prediohistorico
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/2010/12/723138-vai+fazer+o+que+nas+ferias+faca+um+curso+de+teatro.html
Também chamado de "santuário do perdão", localizado no bairro mais antigo do município, o Convento é uma das mais belas e antigas construções do Brasil Colonial e testemunho de grandes acontecimentos históricos e milagrosos. É o mais antigo santuário mariano do país, localizado a 154 metros de altitude, foi construído sobre um rochedo em 1558, pelo frei Pedro Palácios. Do seu alto é possível avistar Vila Velha, Vitória e alguns municípios vizinhos.
Conta a história, que o convento foi erguido depois que a imagem da padroeira, trazida de Portugal a pedido do Irmão Frei Pedro Palácios, sumira e fora encontrada pelos índios no alto do rochedo. Como o fato se repetira, o frade franciscano Pedro Palácios resolveu construí-lo sobre a enorme rocha de difícil acesso.
Nossa Senhora da Penha é padroeira do Espírito Santo, por isso, em abril, se reúnem no convento fiéis de todo o país para celebrar a Festa da Penha.
É possível fazer a maior parte do percurso de carro, mas também existe uma trilha calçada com pedras rústicas margiada de resquícios originais da Mata Atlântica, com diversas espécies de plantas e animais silvestres. Esse caminho é conhecido como a Ladeira da Penitência ou a Ladeira das sete voltas, sua existência data da fundação do Convento, tendo já passado por ela personalidades importantes de cenário religioso e político do País, a exemplo do Imperador Dom Pedro II e sua comitiva em 1860. O seu calçamento de pedras é produto do trabalho dos escravos, que ocorreu pelo ano de 1.643, iniciativa do Frei Paulo de Santo Antônio, tendo sido entre 1774 e 1777 renovado e que perdura até os nossos dias. A subida pela Ladeira da Penitência resulta numa caminhada de 457 metros.

Na base do convento são encontradas lanchonetes, lojas de suvenires e transporte para subida e descida.
O Convento possui em seu acervo a tela de Nossa Senhora das Alegrias, trazida da Escola Ibérica do início do século XVI pelo Frei Pedro Palácios, é uma pintura a óleo de autor desconhecido, tida como a mais antiga existente em solo americano. Há também murais de Benedito Calixto.
No Convento existe um museu (taxa de entrada R$1.00), sala dos milagres (onde é depositado cartas, presentes, fotos que os fiéis enviaram para N. S da Penha), lojinha de artigos religiosos, onde você encontra água benta gratuita (se você não tiver recipiente pode adquirir uma garrafinha por R$1.00).
Assistam essa reportagem sobre o convento:
http://www.youtube.com/watch?v=9coAeOoatZo
As missas são transmitidas pela Rádio América ao vivo.
Horário das missas:
De 2a a 6a feira 06h; 07h; 08h; 09h30 e 15h
Sábado 06h; 07h30; 09h; 11h e 15h30
Domingo 05h; 07h; 09h; 11h, 14h e 16h
Confissões: Diariamente- das 08h às 11h e das 14h às 16h30
Museu e Sala dos Milagres: Diariamente- das 08h 'as 16h45
Secretaria do Convento:
Diariamente -das 07h10 às 16h45
Eu já fui: Um ótimo passeio espiritual, o acesso pela trilha é bastante íngrime, as crianças adoram esse caminho pelo fato da proximidade com a natureza e os bichinhos (pássaros, macaquinhos, borboletas...). Recomendo que as pessoas idosas subam de carro até o estacionamento (poucas vagas) ou utilizem as vans que ficam logo no início da subida pelo valor R$2,50.
Lembrando que em dias de Festa não é permitida a subida de veículos.
A vista lá do Convento é encantadora, o mar azul os prédios, a 3ª Ponte ligando Vitória a Vila Velha, até a fábrica chocolates garoto dá para ver de lá. Os amantes da fotografia irão adorar!!
A estrada por onde passa os carros até o mês passado estava bem tumultuada devido à obras de melhorias na mesma. Um outro problema é que logo no início da subida que dá acesso ao Convento, muitas pessoas adoentadas, aleijadas... se aglomeram para pedir esmola aos devotos.
Acesso:
Rua Vasco Coutinho, s/n Centro - Prainha
Vila Velha / ES
Foto: Arquivo pessoal Érika Mezabarba Riva
Localizada em Nova Almeida, a Igreja e Residência Reis Magos situa-se em região estratégica, a 40 metros acima do nível do mar, de onde se pode ver todo o entorno. A construção da primeira capela teve início com o Padre Braz Lourenço, junto aos índios Tupiniquins locais, sendo inaugurada no dia 06 de janeiro de 1557. Era pequena e feita de palha. Em 1615 a Igreja e Residência Reis Magos foi inaugurada.
É um dos melhores exemplos da arquitetura jesuítica no Brasil. A Igreja e Residência dos Reis Magos constitui um dos principais exemplares do patrimônio arquitetônico jesuíta brasileiro, por ser uma das edificações que menos interferências sofreram nos séculos que se seguiram à sua construção.
A igreja ostenta, no altar, um retábulo entalhado em madeira de grande valor artístico. O altar da Igreja, construído em 1701, apresenta retábulo entalhado em madeira e, no centro uma obra do pintor frei Belchior Paulo, retratando a adoração dos Reis Magos. O quadro é considerando uma das primeiras pinturas a óleo o Brasil, já que a pintura jesuítica, no Brasil, se inicia em 1587, com a chegada do frei Belchior Paulo.
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O conjunto “Reis Magos”, Igreja e Residência, conta com as paredes construídas com pedra de recifes com argamassa de barro, areia, cal de conchas (ostras) e óleo de baleia, que sustentam as estruturas de madeira dos pisos e telhados da cobertura em telhas de barro.
A igreja recebeu visitas ilustres do desembargador Luiz Tomás de Navarro, em 1808; do príncipe Maxmiliano de Wilde-Neiwide e o naturalista Auguste de Saint-Hilare, em 1818; do geógrafo Charles Frederik Hart e do pintor françês François Biard, 1858; de D. Pedro II, em 1860, e do bispo D. Pedro Maria de Lacerda. A igreja foi tombada como patrimônio histórico em 21 de setembro de 1943, pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Históricoe Artístico Nacional). Passou por cinco restaurações, sendo a última a mais significativa, realizada em 2001 e finalizada em 2003, quando teve suas instalações inteiramente recuperadas e seus espaços reorganizados da seguinte forma: Andar térreo:
- Antiga Sacristia - Possui um móvel antigo;
- Nova Sacristia - Para uso exclusivo do Pároco (acesso restrito);
- Cela - Vitrines com fragmentos de objetos encontrados nas escavações arqueológicas;
- Reserva Técnica (uso restrito) sala de uso do IPHAN para armazenagem de equipamentos, material de escavações, ferramentas, entre outros;
- Sala Multi-uso (acesso restrito);
- Sala para uso da Comunidade Católica;
- Banheiros
Andar Superior: - Auditório - com acomodação para 42 pessoas e 06 lugares no praticável (tablado);
- Copa - (acesso restrito);
- Acervo Regional - possui pequeno acervo de objetos doados pela comunidade (panelas de ferro, roda de moinho, etc.),
Obs. Objetos não catalogados - sala não disponível para visitação; - Galeria de arte - 02 salas para exposições temporárias;
- Sala de construção - exposição de telhas originais do Monumento que ressaltam as características do modo de produção dos artesãos (índios e negros).
- Sala de reunião;
- Sala da Administração (acesso restrito);
- Subida para torre sineira;
- Coro - não é aberto para visitação pública

Foto: Arquivo pessoal Érika Mezabarba
Eu já fui: Achei bacana o local, fácil acesso, não me recordo se é bem sinalizado. As pessoas que nos recebem são muito atenciosas e educadas e dão uma aula de história sobre nosso Estado!
Acesso: 35 km de Vitória Rua Reis Magos, s/n. Nova Almeida Serra-ES
Contato: (27) 3253-1842
Fontes: http://www.novaalmeida.com/na_igreja.php História da Serra, Clério Borges(http://www.clerioborges.com.br/) Prefeitura da Serra (www.serra.es.gov.br) http://www.serra.es.gov.br/portal_pms/site.do?evento=x&lang=&idConteudo=6495&chPlc=6495&pg=5001&taxp=0&lang=pt_BR
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Fonte da figura: http://timbricas.blogspot.com/2007/11/gente-foi-visitar-o-solar-monjardim-em.html
Construído no século XVIII, é o único exemplar de arquitetura rural na ilha de Vitória. Foi habitado pelo almirante de fragata Francisco Pinto de Azevedo e em 1940, passou às mãos da família Monjardim. Nomeado em homenagem a um dos mais importantes moradores, o Barão de Monjardim, primeiro Governador do Estado, é considerado um dos melhores e mais bem conservados exemplares da arquitetura rural da Região Sudeste.
Horário de visitação: terça a sexta, das 10 às 16 horas.
Não deixem de assistir a matéria do Programa Gente na TV sobre o museu:
http://www.youtube.com/watch?v=wP9e0ELLR2o
Eu não fui:
Não fui ainda porque o horário de visitação é bem complicado para quem trabalha em horário comercial! Fica a sugestão para os responsáveis alterarem os horários atuais para outros mais acessível!
Acesso:
Avenida Paulino Muler
Jucutuquara
Vitória-ES
Contato:
(27) 3223-6609.
Fonte: http://www.vitoria.es.gov.br/turismo.php?pagina=museus
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