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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Catedral Metropolitana de Vitória

 Foto: Érika Mezabarba Riva

A Catedral Metropolitana de Vitória começou a ser construída em 1920 e, com grande demora, foi concluída, na década de 1970. O projeto inicial era de Paulo Motta (o mesmo que projetou o Parque Moscoso) e foi se modificando com o passar dos anos, tendo recebido colaboração de vários artistas e arquitetos. Ela ocupou o lugar onde, até 1918, havia uma igreja conhecida como a antiga Igreja Matriz de Nossa Senhora da Vitória. Era uma igreja colonial, que foi edificada por volta de 1550, quando Vitória ainda se chamava Vila Nova, no período do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.
Com a criação da Diocese do Espírito Santo e a nomeação do primeiro Bispo dom João Batista Correia Nery, a igreja recebeu o título de Catedral, mesmo sendo considerada pequena e antiga demais para comportar o número de fiéis, que crescia. Assim, foi demolida com o intuito de ser substituída por uma igreja maior, de acordo com o desejo de modernizar a capital do Estado.

Símbolo da cidade de Vitória, a Catedral foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura, em maio de 1984. Destaca-se no ambiente por sua imponência e por possuir características da arquitetura neogótica. Tem como destaque os maravilhosos vitrais de suas paredes.


Apresenta belíssimo trabalho de vitrais, doados por famílias importantes da ilha, e em seu subsolo, uma capela onde estão sepultados os mais antigos bispos do Espírito Santo. De estilo neogótico com nave, capela-mor, coro, sacristia, transepto, cripta, a Catedral possui relevante interesse arquitetónico principalmente pelo seu estilo único na capital. Site PMV




 
 

Vitrais são o maior destaque da Catedral Metropolitana de Vitória

Kadidja Fernandes
Vitrais com santo tocando arpa ao centro, cercado de dois anjos ajoelhados

A Catedral Metropolitana de Vitória começou a ser construída em 1920 e foi concluída em 1970. O projeto inicial era de Paulo Motta (o mesmo que projetou o Parque Moscoso) e foi se modificando com o passar dos anos, tendo recebido colaboração de vários artistas e arquitetos.

Ela ocupou o lugar onde, até 1918, havia uma igreja chamada Igreja de Nossa Senhora da Vitória, que era a Matriz da cidade. Era uma igreja de estilo colonial, que começou a ser edificada em 1551, quando Vitória ainda se chamava Vila Nova, no período do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.

Com a criação da Diocese do Espírito Santo (1895) e a nomeação do primeiro bispo, dom João Batista Correia Nery, a igreja recebeu o título de Catedral. Posteriormente, deteriorada e considerada pequena demais para comportar o crescente número de fiéis, foi demolida com o intuito de ser substituída por uma igreja maior, de acordo com o desejo de modernizar a capital do Estado.
Símbolo da cidade de Vitória, a Catedral foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura, em maio de 1984. Destaca-se no ambiente por sua imponência e por possuir arquitetura eclética com característica neogótica. Tem como destaque os maravilhosos vitrais de suas paredes. Site PMV

 

Visitas guiadas

A Catedral Metropolitana de Vitória é um dos monumentos monitorados nas visitas guiadas, que são realizadas gratuitamente ao Centro Histórico de Vitória.


                                  Eu mesma... tirando fotos no interior da Catedral
                                                    Foto: Carol Alves



Eu já fui:
A parte do Centro de Vitória conhecida como "Cidade Alta" é riquíssima em monumentos históricos (igrejas e casarões antigos de arquitetura antiga).
A Catedral é um dos monumentos mais importantes, seu interior nos transmite muita paz, local que também rende lindas fotos!


Acesso: Praça Dom Luiz Scortegagna, Cidade Alta. Centro/Vitória-ES
Visitação: Terça a domingo, das 9 às 17h.
Contato: (27) 3223-0590

 


Fonte: http://www.mapavivo.com.br/index.php/galeria-de-lugares/item/498/asInline
http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_Metropolitana_de_Vit%C3%B3ria
http://www.vitoria-es-brasil.com/index.php?option=com_content&view=article&id=1118:catedral-metropolitana&catid=329:vitoria&Itemid=612

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Convento da Penha


Também chamado de "santuário do perdão", localizado no bairro mais antigo do município, o Convento é uma das mais belas e antigas construções do Brasil Colonial e testemunho de grandes acontecimentos históricos e milagrosos. É o mais antigo santuário mariano do país, localizado a 154 metros de altitude, foi construído sobre um rochedo em 1558, pelo frei Pedro Palácios. Do seu alto é possível avistar Vila Velha, Vitória e alguns municípios vizinhos.

Conta a história, que o convento foi erguido depois que a imagem da padroeira, trazida de Portugal a pedido do Irmão Frei Pedro Palácios, sumira e fora encontrada pelos índios no alto do rochedo. Como o fato se repetira, o frade franciscano Pedro Palácios resolveu construí-lo sobre a enorme rocha de difícil acesso.

Nossa Senhora da Penha é padroeira do Espírito Santo, por isso, em abril, se reúnem no convento fiéis de todo o país para celebrar a Festa da Penha.

É possível fazer a maior parte do percurso de carro, mas também existe uma trilha calçada com pedras rústicas margiada de resquícios originais da Mata Atlântica, com diversas espécies de plantas e animais silvestres. Esse caminho é conhecido como a Ladeira da Penitência ou a Ladeira das sete voltas, sua existência data da fundação do Convento, tendo já passado por ela personalidades importantes de cenário religioso e político do País, a exemplo do Imperador Dom Pedro II e sua comitiva em 1860. O seu calçamento de pedras é produto do trabalho dos escravos, que ocorreu pelo ano de 1.643, iniciativa do Frei Paulo de Santo Antônio, tendo sido entre 1774 e 1777 renovado e que perdura até os nossos dias. A subida pela Ladeira da Penitência resulta numa caminhada de 457 metros.



Na base do convento são encontradas lanchonetes, lojas de suvenires e transporte para subida e descida.

O Convento possui em seu acervo a tela de Nossa Senhora das Alegrias, trazida da Escola Ibérica do início do século XVI pelo Frei Pedro Palácios, é uma pintura a óleo de autor desconhecido, tida como a mais antiga existente em solo americano. Há também murais de Benedito Calixto.


No Convento existe um museu (taxa de entrada R$1.00), sala dos milagres (onde é depositado cartas, presentes, fotos que os fiéis enviaram para N. S da Penha), lojinha de artigos religiosos, onde você encontra água benta gratuita (se você não tiver recipiente pode adquirir uma garrafinha por R$1.00).

Assistam essa reportagem sobre o convento:

http://www.youtube.com/watch?v=9coAeOoatZo

As missas são transmitidas pela Rádio América ao vivo.

Horário das missas:
De 2a a 6a feira  06h; 07h; 08h; 09h30 e 15h
Sábado  06h; 07h30; 09h; 11h e 15h30
Domingo 05h; 07h; 09h; 11h, 14h e 16h 

Confissões:
Diariamente- das 08h às 11h e das 14h às 16h30

Museu e Sala dos Milagres:
Diariamente- das 08h 'as 16h45

Secretaria do Convento:
Diariamente -das 07h10 às 16h45


Eu já fui:
Um ótimo passeio espiritual, o acesso pela trilha é bastante íngrime, as crianças adoram esse caminho pelo fato da proximidade com a natureza e os bichinhos (pássaros, macaquinhos, borboletas...). Recomendo que as pessoas idosas subam de carro até o estacionamento (poucas vagas) ou utilizem as  vans que ficam logo no início da subida pelo valor R$2,50.

Lembrando que em dias de Festa não é permitida a subida de veículos.

A vista lá do Convento é encantadora, o mar azul os prédios, a 3ª Ponte ligando Vitória a Vila Velha, até a fábrica chocolates garoto dá para ver de lá. Os amantes da fotografia irão adorar!!

A estrada por onde passa os carros até o mês passado estava bem tumultuada devido à obras de melhorias na mesma. Um outro problema é que logo no início da subida que dá acesso ao Convento, muitas pessoas adoentadas, aleijadas... se aglomeram para pedir esmola aos devotos.

Acesso:
Rua Vasco Coutinho, s/n 
Centro - Prainha
Vila Velha / ES

domingo, 7 de novembro de 2010

Igreja Reis Magos



Foto: Arquivo pessoal Érika Mezabarba Riva


Localizada em Nova Almeida, a Igreja e Residência Reis Magos situa-se em região estratégica, a 40 metros acima do nível do mar, de onde se pode ver todo o entorno. A construção da primeira capela teve início com o Padre Braz Lourenço, junto aos índios Tupiniquins locais, sendo inaugurada no dia 06 de janeiro de 1557. Era pequena e feita de palha. Em 1615 a Igreja e Residência Reis Magos foi inaugurada.

É um dos melhores exemplos da arquitetura jesuítica no Brasil. A Igreja e Residência dos Reis Magos constitui um dos principais exemplares do patrimônio arquitetônico jesuíta brasileiro, por ser uma das edificações que menos interferências sofreram nos séculos que se seguiram à sua construção.

A igreja ostenta, no altar, um retábulo entalhado em madeira de grande valor artístico. O altar da Igreja, construído em 1701, apresenta retábulo entalhado em madeira e, no centro uma obra do pintor frei Belchior Paulo, retratando a adoração dos Reis Magos. O quadro é considerando uma das primeiras pinturas a óleo o Brasil, já que a pintura jesuítica, no Brasil, se inicia em 1587, com a chegada do frei Belchior Paulo.


O conjunto “Reis Magos”, Igreja e Residência, conta com as paredes construídas com pedra de recifes com argamassa de barro, areia, cal de conchas (ostras) e óleo de baleia, que sustentam as estruturas de madeira dos pisos e telhados da cobertura em telhas de barro.

A igreja recebeu visitas ilustres do desembargador Luiz Tomás de Navarro, em 1808; do príncipe Maxmiliano de Wilde-Neiwide e o naturalista Auguste de Saint-Hilare, em 1818; do geógrafo Charles Frederik Hart e do pintor françês François Biard, 1858; de D. Pedro II, em 1860, e do bispo D. Pedro Maria de Lacerda.

A igreja foi tombada como patrimônio histórico em 21 de setembro de 1943, pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Históricoe Artístico Nacional). Passou por cinco restaurações, sendo a última a mais significativa, realizada em 2001 e finalizada em 2003, quando teve suas instalações inteiramente recuperadas e seus espaços reorganizados da seguinte forma:

Andar térreo:

  • Antiga Sacristia - Possui um móvel antigo;
  • Nova Sacristia - Para uso exclusivo do Pároco (acesso restrito);
  • Cela - Vitrines com fragmentos de objetos encontrados nas escavações arqueológicas;
  • Reserva Técnica (uso restrito) sala de uso do IPHAN para armazenagem de equipamentos, material de escavações, ferramentas, entre outros;
  • Sala Multi-uso (acesso restrito);
  • Sala para uso da Comunidade Católica;
  • Banheiros

Andar Superior:

  • Auditório - com acomodação para 42 pessoas e 06 lugares no praticável (tablado);
  • Copa - (acesso restrito);
  • Acervo Regional - possui pequeno acervo de objetos doados pela comunidade (panelas de ferro, roda de moinho, etc.),
    Obs. Objetos não catalogados - sala não disponível para visitação;
  • Galeria de arte - 02 salas para exposições temporárias;
  • Sala de construção - exposição de telhas originais do Monumento que ressaltam as características do modo de produção dos artesãos (índios e negros).
  • Sala de reunião;
  • Sala da Administração (acesso restrito);
  • Subida para torre sineira;
  • Coro - não é aberto para visitação pública


Foto: Arquivo pessoal Érika Mezabarba


Eu já fui:

Achei bacana o local, fácil acesso, não me recordo se é bem sinalizado. As pessoas que nos recebem são muito atenciosas e educadas e dão uma aula de história sobre nosso Estado!


Acesso:

35 km de Vitória

Rua Reis Magos, s/n. Nova Almeida

Serra-ES


Contato:

(27) 3253-1842

Fontes:

http://www.novaalmeida.com/na_igreja.php
História da Serra, Clério Borges(http://www.clerioborges.com.br/)
Prefeitura da Serra (www.serra.es.gov.br)

http://www.serra.es.gov.br/portal_pms/site.do?evento=x&lang=&idConteudo=6495&chPlc=6495&pg=5001&taxp=0&lang=pt_BR